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04-03-2010 |
Mais uma distinção
para António Cabral, que
parece "esquecido" pelas
Instituições do
seu concelho |
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Vila Real cria prémio literário
António Cabral |
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Natural
de Castedo do Douro, o escritor, professor e animador sociocultural viveu grande
parte da sua vida na capital de distrito, marcando a história do concelho, não
só pelo legado literário, mas também por ter sido um dos fundadores e o primeiro
presidente do Centro Cultural Regional. Três anos depois da sua morte, António
Cabral vai ser relembrado anualmente com a atribuição de um prémio literário em
sua homenagem.
Depois de aprovado por “unanimidade e aclamação” na última reunião da Assembleia
Municipal de Vila Real, no dia 26, a autarquia deverá agora aprovar a criação do
Prémio Literário António Cabral, cuja primeira edição vai realizar-se já este
ano. A iniciativa partiu da bancada do Partido Social Democrata (PSD) como forma
de homenagem “a uma figura que muito contribuiu para a divulgação da nossa
cultura e que marcou com especial relevância a literatura portuguesa”, e foi
‘aplaudida’ pelos vários grupos parlamentares.
Segundo José Costa Pereira, deputado social-democrata que apresentou a moção, a
criação do prémio tem ainda como objectivo “estimular novas produções
literárias” no concelho. O regulamento do Prémio António Cabral será assim
estabelecido pelos serviços de cultura da Câmara Municipal de Vila Real, que irá
decidir sobre os estilos que estarão a concurso, o público-alvo, o júri e valor
do prémio a atribuir.
António Joaquim Magalhães Cabral nasceu em Castedo do Douro, concelho de Alijó,
em Abril de 1931, e faleceu em 2007”, tendo vivido grande parte da sua vida em
Vila Real. “Foi professor, animador sociocultural, delegado regional do Fundo de
Apoio a Organismos Juvenis do INATEL, fundador e primeiro presidente da direcção
do Centro Cultural Regional de Vila Real (CCRVR) e um dos destacados
representantes da literatura nordestina, sendo uma das referências no domínio
das artes e das letras em Portugal contemporâneo”, defendeu o deputado do PSD.
No domínio das letras e das artes, além da publicação de dezenas de obras (desde
a poesia à ficção, passando pelos ensaios e por livros sobre etnografia,
antropologia e ludoteoria), e da colaboração em diversas revistas e jornais
nacionais e internacionais, “fundou, em Vila Real, a revista Setentrião (1962) e
Tellus, de que foi o primeiro director (1978), e o mensário Nordeste Cultural
(1980)”, tendo ainda promovido, através do Centro Cultural Regional, cinco
encontros de escritores e jornalistas de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Agraciado com as medalhas de prata de mérito municipal de Alijó (1985) e Vila
Real (1990), o autor foi ainda um dos seleccionados para integrar as “Maletas
Literárias”, um projecto de cooperação transfronteiriça que fez circular
duzentos livros portugueses.
IN
Maria Meireles, "A
Voz de
Trás-os-Montes"
04/03/2010 |
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11-02-2010 |
Raízes do carnaval
brasileiro |
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TV GLOBO
REALIZOU REPORTAGEM COM ZÉS
PEREIRAS DE CASTEDO |
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Uma equipa de reportagem da TV GLOBO, esteve Domingo
(07/02/10), no Castedo, onde realizaram uma uma
reportagem com os Zés Pereiras de Castedo no âmbito do Carnaval. O grupo
Castedense convidou os Zés Pereiras de Sanfins do Douro, para
participarem neste trabalho jornalístico.
Os grupos efectuaram uma arruada pelas ruas da freguesia, ao que se
seguiu uma actuação dos dois grupos, no recinto da Capela de St.ª Marinha,
com as fantásticas paisagens como pano de fundo. No final a Junta de
Freguesia ofereceu, aos dois Grupos e à equipa de Reportagem, um lanche
convívio.
A TV GLOBO é uma rede de
televisão
brasileira,
e
é a maior cadeia de televisão da
América Latina e a quarta maior do
mundo, vista
diariamente por 120 milhões de pessoas.
VER REPORTAGEM DA GLOBO
NOTÍCIAS DE VILA REAL
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NOTÍCIAS DO DOURO
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09-02-2010 |
Comunidade
Intermunicipal do Douro
vai investir nos 19
concelhos que integra |
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DOURO RECEBE
INVESTIMENTO DE
119 MILHÕES |
A Comunidade
Intermunicipal do Douro vai investir cerca de 119 milhões de
euros nos 19 concelhos que integra, até 2013. Incidem,
essencialmente, na área da educação, zonas empresariais,
acessos, redes de água e modernização tecnológica.
Os primeiros
contratos de financiamento de candidaturas municipais,
com uma comparticipação comunitária no valor de 5,9
milhões de euros, foram assinados ontem, no Museu do
Douro, no Peso da Régua. Referem-se à construção e
requalificação de áreas de acolhimento empresarial de
Torre de Moncorvo e Santa Marta de Penaguião, e à
requalificação e beneficiação da rede viária municipal
de Armamar, Freixo de Espada à Cinta, Lamego, Mesão
Frio, Penedono, Peso da Régua, Sabrosa, Tabuaço, Torre
de Moncorvo e Vila Real.
Aqueles
projectos fazem parte de um Programa Territorial de
Desenvolvimento do Douro que vai culminar em 2013, tendo
já garantido "uma taxa de aprovação global de 36%",
segundo o presidente da Comunidade Intermunicipal do
Douro, Artur Cascarejo. Mostra-se satisfeito com os
resultados conseguidos até ao momento, pois "está
concretizada a prioridade da estratégia" daquele
organismo: ter, pelo menos, um novo centro escolar em
cada um dos 19 concelhos.
A seguir, vão
abrir concursos para as outras vertentes do
investimento, até perfazer o montante global de 119
milhões de euros contratualizados com a Comissão de
Coordenação e Desenvolvimento do Norte. Porém, Artur
Cascarejo admite que até 2013 possa vir a ser "negociado
um reforço de verbas para garantir outros
investimentos".
Requalificação
de estrada
Entretanto, a
Estrutura de Missão do Douro está a avançar com o
projecto da requalificação da EN222, entre Resende a
Vila Nova de Foz Côa, de modo a convertê-la numa via
romântica do Douro, com especial vocação turística. A
proposta final do estudo foi apresentada na sexta-feira
à comissão de acompanhamento do projecto.
A
requalificação daquela estrada, que em boa parte do
trajecto é marginal ao rio Douro, vai ter cinco portas
de entrada: Caldas de Arêgos; a zona da chamada "Rotunda
Lamego/Régua"; lugar das Bateiras, perto do Pinhão; S.
João da Pesqueira; e Vila Nova de Foz Côa. "Para cada
uma dessas portas prevemos várias intervenções que ainda
estão a ser analisadas", disse Ricardo Magalhães, chefe
da Missão do Douro.
Em cima da mesa
está também uma proposta que prevê a criação de uma
ciclovia ao longo da EN 222, entre a Régua e o Pinhão, e
outra para a repavimentação, correcção do traçado e
melhoria da segurança na estrada entre Bateiras e S.
João da Pesqueira. Ricardo Magalhães não arrisca prazos
para a concretização dos projectos na sua globalidade,
mas garante que "estarão concretizados até 2013", quando
acaba o actual Quadro de Referência Estratégico
Nacional.
IN
Eduardo Pinto, "Jornal de Notícias" 08/02/10
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16-01-2010 |
Presidente da Junta
garante que o acesso ao
caminho é livre |
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JUNTA DE COTAS
NEGA ACUSAÇÕES |
"Nada disto é
verdade. O apeadeiro a que o caminho dá acesso está
desactivado há mais de oito anos e não há nada que impeça a
passagem por ali." Foi desta forma que Estela Teixeira,
presidente da Junta de Cotas, Alijó, reagiu às acusações de
que vários caminhos da freguesia tinham sido vedados devido
à construção de um hotel.
A presidente admite que cerca de três quilómetros do caminho
foram mudados da sua rota, mas garante que tal não causa
transtorno. "As pessoas já se habituaram, mas, de qualquer
forma, estamos já a pensar em algumas soluções que melhorem
o percurso", explicou Estela Teixeira.
IN A.I.F., "Correio da Manhã" 16/01/10
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=F116053D-35E2-4D24-8832-B164764A9959&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010
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14-01-2010 |
Caminho de acesso à
estação está vedado |
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Habitantes de
Cotas revoltados
com caso que se
arrasta há seis
anos
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"Isto é vergonhoso”
A população da
localidade de Cotas, em Alijó, está revoltada com a Junta de
Freguesia e com a Câmara Municipal. Em causa está o facto de
desde há seis anos terem de percorrer 12 quilómetros para
acederem à estação de comboios, na freguesia vizinha, porque
diversos caminhos públicos foram vedados desde a criação de
um hotel.
A
‘guerra’ começou quando a Quinta da Romaneira foi vendida a
um grupo de investidores estrangeiros e, após ter sido
transformada num hotel, todos os caminhos que passavam pelos
terrenos da herdade, constituída por vários hectares, foram
destruídos ou encerrados a cadeado. "Isto é lamentável e
vergonhoso. Deixámos de poder apanhar o comboio na estação
da nossa freguesia porque cortaram o caminho. Agora, a
estação mais próxima é na freguesia ao lado", contou ao CM
Norberto Loureiro, porta--voz dos habitantes da aldeia de
Cotas. "Andamos nisto há seis anos. A Junta empurra para a
Câmara e vice-versa. Todos nos viram as costas", prossegue.
"Já
tentámos falar com os responsáveis do hotel, mas eles
mostram uma atitude muito arrogante, apesar de terem a noção
do mal que nos estão a fazer. Há pessoas que não têm
possibilidade de andar doze quilómetros", acrescenta.
Norberto aponta mesmo o dedo aos proprietários da quinta.
"Eles apropriaram-se indevidamente de caminhos públicos",
atira. O CM tentou falar com a presidente da Junta de Cotas,
Estela Teixeira, e com o presidente da Câmara de Alijó, José
Cascarejo, mas nenhum esteve disponível.
IN Nelson Rodrigues, "Correio da Manhã" 14/01/10
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=EC309295-071D-4F5E-8DD4-BDE7816E1CA2&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010
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30-12-2009 |
Chuvas Intensas
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MAU TEMPO DOS
ÚLTIMOS DIAS
PROVOCA ESTRAGOS
NA FREGUESIA |
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16-12-2009 |
Record de Pais Natal no
Porto |
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ZÉS PEREIRAS DE
CASTEDO NO MAIOR
DESFILE DO MUNDO |
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16-12-2009 |
Neve voltou a pintar a
freguesia |
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CASTEDO ACORDOU
MAIS BRANCO |
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02-12-2009 |
"QUINTA DA ROMANEIRA
APROPRIOU-SE
INDEVIDAMENTE DE
CAMINHOS PÚBLICOS" |
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COTAS QUER
RECUPERAR ACESSOS AO RIO E À ESTAÇÃO |
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Norberto Loureiro assumiu-se como porta-voz do
descontentamento das populações. “Na Quinta da Romaneira
existiam vários caminhos públicos, entre os quais
existia um que fazia a ligação da freguesia com a
estação de caminhos-de-ferro e o acesso ao rio Douro.
Quando um grupo de investidores estrangeiros adquiriu a
Quinta da Romaneira, eles apropriaram-se indevidamente
dos caminhos públicos. Muitos dos acessos foram cortados
e outros fechados com correntes e cadeados. Agora para
apanharmos o comboio ou para nos deslocarmos ao rio para
pescar temos de andar mais de 6 quilómetros”, sublinhou.
Este habitante de Cotas contou, à VTM, que já vários
populares mostraram a sua indignação junto dos órgãos de
poder local (câmara e junta de freguesia), no sentido de
se resolver a situação. Porém, nada foi feito ao longo
dos últimos 5 anos. Joaquim Vasques, outro popular,
também foi peremptório. “Os antigos donos sempre
deixaram passar, aliás o caminho nunca foi da Quinta,
sempre foi público. Agora temos que ir para a estação de
Castedo e depois vir para aqui, o que é um grande
transtorno para as pessoas”. Jean Luc, do Hotel da
Quinta da Romaneira, mostrou-se surpreendido com as
reivindicações dos populares. “É uma situação ridícula.
Desde que estou cá nunca ouvi qualquer queixa, nem me
perguntaram nada. A primeira coisa a fazer seria falarem
com a empresa”, sublinhou. O director da unidade
hoteleira deixou expresso até um desejo. “Até gostava
que me contactassem para me inteirar do que realmente se
está a passar”.
IN
"A Voz de Trás -os-Montes" |
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17-11-2009 |
FREGUESIA NOS ÓRGÃOS
CONCELHIOS
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CASTEDO
REPRESENTADO NA
CÂMARA E
ASSEMBLEIA
MUNICIPAL |
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Realizou-se a 16 de Novembro a primeira Assembleia
Municipal desde a eleição do novo órgão a 11 de Outubro último.
De realçar que o Castedo está representado com três elementos, de entre os 40
que compõem o respectivo órgão. Tal situação já não acontecia desde 2001, altura
em que também esteve representado com três deputados.
No actual mandato a freguesia é representada por Pedro Pimentel, João Vilela e
Marco Rodrigues (por inerência como Presidente da Junta), todos eleitos nas
listas do PSD/CDS.
Para a
Câmara Municipal,
foi eleita a filha do Castedense Domingos Cachide, Prof.ª Goreti Cachide,
eleita pela Coligação "Todos Somos Alijó" PSD/CDS.
Refira-se que ambos os eleitos (Assembleia e Câmara) fazem parte
da oposição, no actual executivo o Castedo não tem qualquer representação, quer
na Câmara, quer na assembleia Municipal.
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09-11-2009 |
NOVOS ÓRGÃOS
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TOMADA DE POSSE
DA ASSEMBLEIA DE
FREGUESIA DE
CASTEDO |
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Foi a
09 de Novembro que os novos elementos da Assembleia de Freguesia de Castedo
tomaram posse, no
Salão Nobre da Câmara Municipal.
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09-11-2009 |
EXCLUSÃO SOCIAL |
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PROJECTO
PALMUS |
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No âmbito das suas acções, o
projecto PALMUS – Partilhar Alijó Murça e Sabrosa, inserido
nos Contratos Locais de Desenvolvimento Social, CLDS, tem
como principal objectivo combater a exclusão social.
Na reunião realizada a 09 de
Novembro, no Salão Nobre , onde estiveram representantes de
todas as IPSS do Concelho, Centro de Saúde e Agrupamentos de
Escolas, no sentido de sensibilizar para a implementação do
voluntariado nos respectivos concelhos.
O Castedo fez-se representar
através de dois elementos da Direcção do Centro Recreativo e
Cultural. Na reunião foi discutida a problemática da necessidade
de criar um banco de voluntários no Concelho, que irá contribuir
para combater o isolamento e a solidão dos mais idosos.
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03-11-2009 |
APÓS ENCERRAMENTO
INESPERADO
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GRUPO PESTANA
GARANTE
REABERTURA DA
POUSADA DE ALIJÓ
EM MARÇO |
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O Grupo Pestana garantiu
hoje a reabertura da Pousada Barão de Forrester, em Alijó, a 31
de Março, e que os 13 funcionários da unidade hoteleira vão
manter o posto de trabalho.
A
directora de Imagem e Comunicação do Grupo Pestana, Patrícia
Reimão, disse à agência Lusa que a pousada vai estar fechada a
partir de hoje, aproveitando a época baixa na região duriense
para a realização de obras.
A
responsável refere que o grupo foi inclusive notificado pela
Câmara de Alijó para a necessidade de promoverem obras de
adaptação para pessoas com mobilidade reduzida, o que ser vai
ser feito até Março.
Patrícia Reimão diz ainda que, já no ano passado, a unidade
fechou durante a época baixa.
Até Março os trabalhadores em causa vão gozar férias e folgas em
atraso e vão ser deslocalizados para outras unidades do Grupo
Pestana.
O
encerramento da Pousada de Alijó foi denunciado na semana
passada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de
Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte. Segundo o
dirigente Francisco Figueiredo os trabalhadores terão tomado
conhecimento do encerramento através de um hóspede que não
conseguiu fazer uma reserva.
O
sindicalista considera que o grupo de Pestana está a gerir as
Pousadas de Portugal tendo em vista o "máximo lucro", optando
por encerrá-las no período de Inverno, o que põe em causa os
direitos dos trabalhadores.
Os
13 trabalhadores da pousada vão reunir esta tarde em plenário
para "debater o processo" e definir uma "posição comum".
A
pousada Barão de Forrester fica situada na secular vila de
Alijó, no coração da região demarcada do Douro, e tem 21
quartos.
Diário Digital / Lusa
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26-10-2009 |
Castedo homenageia filho
da terra |
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MUITA
EMOÇÃO NA
HOMENAGEM A
ANTÓNIO CABRAL |
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A homenagem a António Cabral (AC), na data do seu falecimento,
decorreu sob forte emoção. Dois anos após a sua partida, Castedo
prestou uma pequena e singela homenagem ao homem que durante a
sua vida, viveu uma enorme paixão pela terra que o viu nascer.
No
passado Sábado a cerimónia iniciou-se com o descerramento de uma
placa evocativa do momento, no exterior do edifício do Centro
Cultural. De seguida e já na sala de espectáculos, Marco
Rodrigues, actual secretário da Junta de Freguesia e futuro
presidente (toma posse a 30 de Outubro), deu as boas vindas e
agradeceu a presença de todos, assim como agradeceu às entidades
que se fizeram representar. O Grémio Literário de Vila Real
fez-se representar pelo Dr. Pires Cabral, os vereadores Eng.º
Luís Azevedo e a Professora Goreti Cachide da Câmara Municipal
de Alijó, pelo INATEL esteve a Directora da Agência de Vila
Real, Dr.ª Maria do Carmo e Orlando Mourão, entre outras
entidades presentes.
Marco Rodrigues manifestou o enorme orgulho da freguesia em
António Cabral, pretendendo perpetuar o seu nome e a sua memória
no tempo.
Após a recitação de um poema do poeta, pelo Enfermeiro Rui
Pires, foi dada a palavra ao Dr. Pires Cabral. O escritor e
director do Grémio Literário de Vila Real, fez questão de
elogiar a pessoa, o homem e amigo que foi António Cabral, disse
ainda, que "foi um grande poeta do Douro e um homem de grande
qualidade literária" afirmando que "conseguiu, por mérito
próprio, impor-se na literatura nacional".

Tomou a palavra de seguida o professor e escritor Joaquim
Grácio, que enumerou diversos episódios com António Cabral como
seu docente no seminário, onde o poeta “evitava que as minhas
traquinices tivessem outras consequências” e continuou “foi um
amigo nessa altura de que nunca me esqueci”. Joaquim Grácio teve
a oportunidade de anos mais tarde ter o seu mestre como colega
no Centro Cultural de Vila Real, “onde tive o maior prazer de
trabalhar com uma pessoa, a todos os níveis, fantástica”, o
escritor chegou a ser Chefe de Redacção de um Jornal quando
António Cabral era Director “muitas foram as vezes que
trabalhamos juntos, em várias circunstâncias, António Cabral era
um grande amigo” afirmou JG.


A
Dr.ª Alzira Cabral, esposa do poeta, muito emocionada agradeceu
a todas as entidades e a todos Castedenses a homenagem dedicada
ao marido, lembrando “que era um apaixonado pela terra que o viu
nascer, era nesta bonita localidade que ele muitas vezes se
inspirava para escrever”.
A surpresa da noite chegou alguns momentos após a recitação de
mais um poema.

As luzes apagam-se, ouve-se música, a expectativa era enorme,
acende-se uma luz ao centro do palco e de rompante abrem-se as
cortinas, a esposa do poeta fica por momentos incrédula… a
cantar estava Francisco Fanhais (foi padre e tornou-se o
expoente máximo dos católicos progressistas, que desde a célebre
carta do
bispo do Porto
a
Salazar
em
1958,
se demarcavam progressivamente do regime). O cantor despontou
para o mundo da música após a participação no programa de
televisão "Zip-Zip".
Foi depois desta participação que Francisco Fanhais foi
convidado, para actuar em Vila Real, por António Cabral, como o
próprio contou após terminar a música de abertura.


Depois de se apresentar, explicou como conheceu o homenageado
“em 1970 António Cabral convidou-me para vir a Vila Real fazer
um espectáculo, e conforme o combinado, ele foi esperar-me ao
comboio, no Porto, no momento da minha chegada ele informa-me
que o espectáculo foi impedido pelo regime”. António Cabral não
desistiu, e o artista seguiu para Vila Real, “acabei por ficar
em casa dele e no dia seguinte ele reuniu alguns amigos, no
máximo seriam 15 pessoas, para as quais dei um espectáculo”
contou com alguma emoção à mistura. Anos mais tarde Francisco
Fanhais musicou dois poemas de António Cabral, “Leonor” e “A
saída do correio”. O artista e também professor fez questão de
se deslocar do Alentejo para estar presente na homenagem,
afirmando que “nunca mais esquecerei aquele espectáculo em Vila
Real, António Cabral estará para sempre na minha memória”
concluiu.


Após a actuação de Francisco Fanhais, seguiu-se o grupo “Mar de
Pedra”, que como é hábito animou e divertiu todos os presentes
com a sua entusiástica actuação. A encerrar a noite estiveram o
Grupo de Concertinas e Grupo de Cavaquinhos do Rancho
Etnográfico de Borbela (Vila Real), muito aplaudidos pelo
público.


No Domingo a Missa Dominical foi em memória do homenageado. À
tarde actuou o Rancho Folclórico de Santa Eugénia, com uma
actuação brilhante, para um grupo com pouco mais de um ano de
existência.

Os jogos populares preencheram o final da tarde onde reinou a
animação e divertimento entre os mais novos.
 





A coroar o encerramento da homenagem, a peça de teatro “Não se
paga, Não se paga”, levada à cena pela oficina de teatro de
Favaios, em mais uma representação de grande nível.
No final, Manuel Pereira, presidente do Centro Cultural, fez um
balanço positivo da primeira homenagem da freguesia ao grande
vulto da cultura transmontana, e prometeu não parar por aqui
para perpetuar o nome de António Cabral. Não foram esquecidos
porém, todos aqueles que colaboraram na homenagem, “a todas as
entidades, grupos participantes, a todas pessoas que colaboraram
na organização, a todos que se associaram a esta homenagem, o
nosso muito obrigado” disse Marco Rodrigues, futuro Presidente
da Junta, num sinal de satisfação.
VER IMAGENS
REPORTAGEM DA RÁDIO "VOZ DO MARÃO"
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21-10-2009 |
HOMENAGEM |
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CASTEDO
PRESTA HOMENAGEM
AO GRANDE POETA
DO DOURO |
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António Joaquim Magalhães Cabral
nasceu em Castedo do Douro, a 30 de Abril de 1931. A 23 de Outubro contam-se
dois anos após a “partida” de António Cabral, escritor, dramaturgo, poeta e
ensaísta.
No próximo sábado, 24 de Outubro, António Cabral será homenageado pela sua terra
natal, numa iniciativa do Centro Cultural local, em colaboração a Junta de
Freguesia, INATEL entre outras entidades. Na homenagem à pessoa que foi António
Cabral, que será sempre recordado como um homem dedicado e prestável, e da qual
a sua terra natal muito se orgulha.
António Cabral experimentou ao longo da sua vida diversas realidades, tendo sido
um apaixonado pela terra que o viu nascer, e que muitas vezes o inspirou para as
suas obras literárias.
No próximo fim de semana de 24 e 25 de Outubro, António Cabral será homenageado
através da realização de diversas actividades a que esteve ligado em vida.
Do programa constam: recitação de poemas, teatro, música popular, folclore,
jogos populares entre outros, bem como, a celebração dominical da Igreja
Paroquial de Castedo, a 25 de Outubro, será em sua memória.
A cerimónia oficial tem inicio sábado pelas 20h30, e a
organização agradece a presença de todos aqueles que tenham intenção estar
presentes.
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12-09-2009 |
AUTÁRQUICAS |
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MARCO
RODRIGUES ELEITO
PRESIDENTE DA
JUNTA |
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Marco
Rodrigues venceu a Junta de Freguesia com 52,68% dos
votos. Manuel Macedo obteve 44,94%, e perde a eleição para
presidência da Junta, após três mandatos no poder. Marco
Rodrigues, por seu lado, à segunda candidatura venceu, e mais do
que dobrou a votação de à quatro anos, quando obteve 88 votos,
somando ontem 177.
O PSD parece ter retomado a tendência Social Democrata no
Castedo, desde as eleições europeias, onde venceu todos os
actos eleitorais deste ano (Europeias, Legislativas e
Autárquicas), também para a Câmara e Assembleia Municipal venceu
o PSD na freguesia, ao contrário do que sucedeu no resto do
concelho, onde o PS foi vencedor.
VER A
VOTAÇÃO
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28-09-2009 |
Legislativas |
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PSD
COM MAIORIA
ABSOLUTA NO
CASTEDO |
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O PSD obteve no Castedo a maior vitória do concelho de
Alijó, com 51,58% dos votos, um aumento de 5% em relação aos
resultados de 2005.
No concelho de Alijó venceu o PS com 43,11% dos votos, sofrendo
uma quebra de 5% comparado com 2005. Destaque ainda, para o CDS
que aumentou a votação de 5% para 8%.
Alguns indicadores poderão ser retirados para as autárquicas,
sendo actos eleitorais totalmente distintos, há um pormenor a
reter, para as autárquicas há uma coligação PSD/CDS, e olhando
para essa perspectiva, o PSD e o CDS obtiveram, juntos, 44,36%
dos votos para as legislativas no concelho de Alijó, o que dá a
vitória no concelho a estes partidos para as legislativas.
VEJA A
VOTAÇÃO
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15-07-2009 |
Encabeça lista da
Assembleia Municipal de
Alijó pela coligação
PSD/CDS |
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PEDRO PIMENTEL
CANDIDATO
A DEPUTADO POR VILA REAL |
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O
jovem Castedense, Pedro Pimentel, é o quarto na lista,
encabeçada por Pedro Passos Coelho,
do PSD de Vila Real, às Legislativas de 27 de Setembro.
No passado Sábado, foi
apresentado como candidato à Presidência da Assembleia Municipal
de Alijó,
pela coligação (PSD/CDS). É actualmente Vice-Presidente da
Comissão politica distrital do PSD Vila Real.
Pedro, possui um
currículo político ímpar, na sua tenra idade, foi Presidente da
JSD de Vila Real, Deputado na Assembleia da República e assessor
de Durão Barroso, quando este era Primeiro Ministro.
Esperam-no duas duras batalhas
até Outubro, quer a nível local, como Nacional.
Para o Castedo, seria um enorme orgulho, ter
um filho da terra como Presidente da Assembleia Municipal de
Alijó, e simultaneamente Deputado na Assembleia da
República.
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13-07-2009 |
Acto Eleitoral |
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MANUEL
PEREIRA ELEITO
PARA A
PRESIDÊNCIA DO
CENTRO CULTURAL |
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Manuel
Pereira mantém-se como
Presidente do Centro
Recreativo e Cultural, depois do acto eleitoral de Domingo.
A única lista a votação, obteve 99% dos votos expressos, tendo-se
registado uma afluência de cerca 80%, dos associados com as
quotas regularizadas.
A tomada de posse é a 18 de
Julho.
Relativamente ao elenco anterior, existiram algumas
mudanças,
já que, alguns elementos manifestarem desejo de não continuar.
Os novos órgãos Sociais são:
Assembleia Geral: João Vilela (Presidente), Manuel
Lopes (1º Secretário) e Luís Fragoso (2º Secretário);
Direcção: Manuel Pereira (Presidente), Nuno Morais, João Valério, Altino
Vasques e José Mendes (Vice-Presidentes), Ester Machado (Secretária) e
Daniela Cardoso (Tesoureira);
Conselho Fiscal: Rosa Bruck (Presidente), Belmiro Pinto (Vogal) e
Roberto Borges (Relator).
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13-07-2009 |
Concorre contra o "seu"
presidente |
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MARCO
É O CANDIDATO DO
PSD/CDS À JUNTA
DO CASTEDO |
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D epois
de muita especulação, Marco Rodrigues é oficialmente o candidato da
coligação PSD/CDS, à Junta de Freguesia de Castedo.
O actual Secretário da Junta foi apresentado, Sábado (12/07/09), com os restantes candidatos às Juntas de
freguesia do concelho, da coligação PSD/CDS, no auditório Municipal de
Alijó.
Quatro anos volvidos após a candidatura pelo Bloco de Esquerda, recandidata-se à Junta, agora pela coligação que, na altura
(2005),
ajudou a derrotar.
O restante elenco, não é para já, ainda conhecido.
Pelo PS, tudo indica, que
Manuel Macedo se recandidatará ao último mandato, enfrentando o seu actual
Secretário pela segunda vez consecutiva.
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18-06-2009 |
Presidente da Mesa da
Assembleia Geral
"provoca" eleições
antecipadas |
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Órgãos Sociais
do Centro
Cultural
demitem-se em
bloco
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Na passada Terça feira à noite, a maioria
dos órgãos sociais (10
em 12), do Centro
Recreativo e Cultural do
Castedo, apresentaram o
pedido de demissão, em
bloco, em protesto com o
Presidente da Mesa da
Assembleia Geral (PMAG),
António Jorge dos
Santos.
Altino
Vasques, foi o único que não
apresentou a demissão (à
excepção do PMAG),
por
se encontrar
fora do País.
Esta
situação obriga o PMAG,
pelo Regulamento
Interno, a agendar
eleições, que devem
realizar-se num prazo
mínimo de 15 e
máximo de 30 dias.
A
demissão colectiva, foi
despoletada pela
lamentável atitude, de discriminação e
"racismo",
protagonizada pelo PMAG,
para com os elementos do
grupo de Zés Pereiras (ZP)
que não têm residência
na freguesia.
Insurgindo-se, sem
motivos, contra os
mesmos (que são
associados do CRCC com
quotas em dia),
acusando-os de estarem a
prejudicar o grupo,
"apontando-lhes o
caminho de saída",
num acto carregado de
prepotência. Findo
o burburinho gerado,
todos os elementos do
grupo abandonaram o
local, totalmente
desagradados por
semelhante atitude e
injustiça, para os
colegas, que sempre
foram dedicados, sérios
e empenhados,
convencidos que após o
sucedido, muito
dificilmente o Grupo
teria continuidade.
O
Presidente da Direcção,
Manuel Pereira, apanhou
a situação já na recta
final, e após ter-se
inteirado da mesma,
questionou o PMAG,
sobre, quem iria
efectuar a actuação da
próxima Sexta-feira
(19/06/09) em Favaios,
solicitada pela Câmara
Municipal de Alijó. Já
que, uma boa parte dos
elementos não mostrou
vontade em regressar. A
resposta foi pronta: "eu
arranjo", tendo de
seguida, nomeado alguns
nomes de pessoas que já
não fazem parte do grupo
por vários motivos,
incluindo disciplinares,
que ele próprio iria
"convidar" para a
actuação em causa.
E continuou "eu tomo
conta do grupo daqui em
diante, e agora é que
isto vai para a frente",
a estupefacção do
Presidente da Direcção,
perante tal afirmação,
deixou-o completamente
perplexo. Afinal, a
atitude anterior, não tinha
sido irreflectida, mas
sim premeditada, já
que, esta era claramente
uma tentativa de
"assalto ao poder", e
uma clara falta de
respeito pelos elementos
do grupo e da Direcção
da Instituição.
Impunha-se claramente
uma postura a outro
nível, não só pelo cargo
que ocupa, mas também,
pela Instituição em
causa, e o seu bom nome.
Em
solidariedade com os
elementos dos ZP, e em
total repúdio pela
postura do PMAG, mas
particularmente, em
defesa da Democracia e
contra atitudes
discriminatórias, os
órgãos sociais
apresentaram o pedido de
demissão em bloco. Esta
tomada de posição,
aconteceu na sede do
CRCC, na presença do
PMAG, todos os elementos
dos órgãos sociais
presentes (não estiveram
Rosa Bruck,
João Vilela e Marco
Rodrigues (único
elemento que não se
demitiu) que foram
solidários com os
restantes, e Altino Vasques por se encontrar
fora do País), assinaram
individualmente a sua
renúncia ao cargo e
apresentaram-na
imediatamente.
O que se
passou a seguir, foi
verdadeiramente...
surreal.
35 anos,
é muito tempo para
interiorizar a
democracia, pelos
vistos, não o
suficiente, para algumas
pessoas.
A
Instituição merecia mais
respeito e a democracia
exigia, acima de tudo,
bom senso, ainda mais em
pessoas que têm cargos
públicos.
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16-06-2009 |
Alijó, Favaios e
Pegarinhos |
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Governador Civil
garante que
adegas estão
abertas à fusão |
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No dia em que a adega de Alijó entrou em “lay-off”, o governador civil de Vila Real, Alexandre Chaves, reuniu-se com a câmara e as direcções das três adegas do concelho. No fim desta semana, a autarquia vai entregar um estudo às cooperativas, onde são apontadas soluções para uma futura fusão.
Alexandre Chaves lembrou a falência da adega de Sanfins do Douro, há cerca de dois anos, e defendeu a necessidade da fusão das adegas de Alijó, Favaios e Pegarinhos para evitar que sigam o mesmo caminho. “Como é sabido, as adegas do concelho estão com problemas de sustentabilidade financeira sérios”, afirmou o responsável. A cooperativa de Alijó colocou oito dos cerca de 20 funcionários com actividade suspensa durante três meses, até ao início da época de vindimas. O “lay-off” pode manter-se no máximo durante seis meses pelo que todas as partes mostram interesse e vontade em chegar rapidamente a uma solução.
Alexandre Chaves garante que as adegas estão abertas à solução da fusão e de uma gestão profissional. Segundo o governador civil, “a adega de Favaios também entendeu que os tempos que aí vêm, em termos de competitividade da colocação dos vinhos no mercado, não são animadores”. O responsável adiantou ainda que em breve será agendada uma reunião com o ministro da Agricultura, Jaime Silva, para discutir apoios para o sector do vinho. “A aposta no sector cooperativo tem de continuar na região do Douro, onde existem muitos pequenos produtores”, defende.
O presidente da autarquia alijoense, Artur Cascarejo, garantiu que neste momento há acordo entre as adegas quanto ao modelo institucional da fusão. “O problema fundamental não é da adega A ou da adega B, o problema está no sector cooperativo”, defendeu o autarca. Segundo Artur Cascarejo, o estudo de viabilidade que a câmara vai apresentar às adegas aponta “para onde e como se deve caminhar no futuro”. O responsável lembra as linhas de financiamento disponibilizadas pelo Governo para este tipo de fusões, o Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER) e as verbas existentes no âmbito do quadro comunitário de apoio para este tipo de alteração estrutural das adegas.
IN Sandra Borges, "Notícias de Vila Real 16/06/09
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15-06-2009 |
Possível processo de fusão de
Adegas de Alijó, Favaios e
Pegarinhos |
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Adega de Alijó
em aperto, vai
aplicar lay-off |
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São oito entre 20 os funcionários da Adega de Alijó que vão ter a actividade suspensa durante três meses, sendo que deverão regressar ao trabalho numa altura que vai coincidir com o início da época de vindimas. A quebra de encomendas, na ordem dos 40%, obrigou a Direcção da instituição a tomar uma medida que chegou a ser ponderada já no último mês de Abril.
Ontem, não se mostrou disponível para esclarecer os contornos do processo.
A situação financeira da Adega de Alijó tem vindo a agravar-se nos últimos meses. Por falta de pagamento do imposto sobre os negócios do álcool, a Direcção- -Geral das Alfândegas selou-a por duas vezes, em Fevereiro e Maio deste ano. Os viticultores que lhe venderam as uvas também não estão satisfeitos, pois há várias colheitas por pagar.
A crise que se abateu sobre as adegas cooperativas do concelho de Alijó já não é nova. A Adega de Sanfins do Douro faliu há dois anos e, neste momento, a da sede de concelho corre sérios riscos de ir pelo mesmo caminho. Porém, as de Favaios e de Pegarinhos também não estão livres de vir a enfrentar problemas semelhantes, até pelas dificuldades crescentes que o mercado dos vinhos atravessa.
Daí que a fusão entre as três apareça, neste momento, como a única solução capaz de viabilizar as três cooperativas numa só, dando-lhe vitalidade económica e financeira, bem como escala competitiva.
Da reunião de ontem, na Câmara de Alijó, entre direcções das três adegas, autarcas e o governador civil de Vila Real, transpirou que até ao final desta semana estará pronto um estudo de viabilidade que apontará o caminho de futuro, sendo que a fusão é o mais provável. De acordo com o governador civil, Alexandre Chaves, deverá contribuir para "dar melhor resposta aos viticultores, garantir a qualidade dos seus vinhos e ter maior sustentabilidade económico-financeira".
"Finalmente, as adegas estão de acordo sobre o modelo institucional a seguir", comentou o presidente da Câmara, Artur Cascarejo. "Houve que partir muita pedra, mas todos chegaram à conclusão de que não há outra solução", acrescentou.
Quando o estudo de viabilidade chegar à Autarquia, será analisado pelas partes ontem reunidas e a seguir será levado ao Ministério da Agricultura "para pedir apoios para sua concretização", notou Alexandre Chaves.
IN Eduardo Pinto, "JN" 16/06/09
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07-06-2009 |
Eleições Europeias |
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PSD venceu
europeias no
Castedo |
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A exemplo do que se passou a nível nacional, também, no Castedo o PSD venceu o acto eleitoral destinado a eleger os representantes Portugueses no Parlamento Europeu.
No concelho de Alijó, o PSD venceu em 13 das 19 freguesias, e no distrito venceu em todos os concelhos.
Em relação à votação de 2004, os partidos de Direita (PSD e CDS) aumentam votação, já que, há 5 anos concorreram coligados. O CDS aproximou-se mesmo do PS, que foi o mais penalizado, com menos 10% dos votos do que em 2004.
Destaque ainda, para os partidos "mais" à esquerda, como o BE, CDU e o PCTP a conseguirem, cada, quase 4% dos votos. Um reflexo, natural, do descontentamento com o Governo, e que se reflectiu numa votação mais repartida do que é habitual, em outros actos eleitorais.
|
RESULTADOS
|
INSCRITOS |
469 |
|
Votantes |
|
|
|
Abstenção |
|
|
|
Nulos |
|
|
|
Brancos |
|
|
|
|
|
|
Candidatura |
Votos |
% |
|
|
Bloco de
Esquerda |
7 |
3,98% |
|
|
CDU - Coligação
Democrática
Unitária |
7 |
3,98% |
|
|
Partido Social
Democrata |
82 |
46,59% |
|
|
Partido da Terra |
0 |
0% |
|
|
Partido Popular
Monárquico |
2 |
1,14% |
|
|
Movimento
Esperança
Portugal |
0 |
0% |
|
|
Partido
Socialista |
40 |
22,73% |
|
|
Partido Popular |
30 |
17,05% |
|
|
Partido Nacional
Renovador |
0 |
0% |
|
|
Movimento Mérito
e Sociedade |
4 |
2,27% |
|
|
Partido
Comunista dos
Trabalhadores
Portugueses |
7 |
3,98% |
|
|
Partido Operário
de Unidade
Socialista |
1 |
0,57% |
|
|
Partido
Humanista |
1 |
0,57% |
VOTAÇÃO HORA A HORA
|
Hora |
Nº de
Votantes |
Acumulado |
% |
|
9 H
|
11 |
11 |
2,3% |
|
10 H
|
5 |
16 |
3,4% |
|
11 H |
18 |
34 |
7,2% |
|
12 H |
20 |
54 |
11,4% |
|
13 H |
7 |
61 |
12,9% |
|
14 H |
20 |
81 |
17,1% |
|
15 H |
35 |
116 |
24,5% |
|
16 H |
26 |
142 |
30% |
|
17 H |
20 |
162 |
34,2% |
|
18 H |
21 |
183 |
38,7% |
|
19 H
|
0 |
183 |
38,7% |

|
Votação
em
2004 |
|
Votantes |
|
|
|
Abstenção |
|
|
|
Nulos |
|
|
|
Brancos |
|
|
|
RESULTADOS
2004 |
|
PPD/PSD.CDS-PP
|
102 |
55,14% |
|
PS
|
61 |
32,97% |
|
PPM
|
5 |
2,7% |
|
B.E.
|
5 |
2,7% |
|
P.N.R.
|
2 |
1,08% |
|
PCP-PEV
|
2 |
1,08% |
|
P.H.
|
2 |
1,08% |
|
PND
|
1 |
0,54% |
|
PCTP/MRPP
|
1 |
0,54% |
|
MD
|
1 |
0,54% |
|
PDA
|
0 |
0% |
|
MPT
|
0 |
0% |
|
POUS
|
0 |
0% |
|
|
|
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31-05-2009 |
Portugal a Rufar |
Seixal |
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Zés Pereiras
surpreenderam
com actuação |
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No passado dia 31 de Maio, os Zés Pereiras de Castedo do Douro, desfilaram na principal avenida do Seixal, num percurso de aproximadamente duas horas, juntamente com mais de três dezenas de grupos, em número superior a 1600 tocadores.
O grupo Castedense, único representante Transmontano no festival, teve na sua exuberância o principal factor de destaque em relação aos restantes participantes. Com um poder de improvisação indescritível, e uma força física (apesar do forte calor que se fez sentir) inabalável, fez vibrar fortemente os espectadores presentes, arrancando por várias vezes, aplausos ao longo do percurso pela exuberante actuação.
Após o almoço e um curto, mas merecido, período de descanso, foi altura da actuação em palco. Os Zés Pereiras de Castedo do Douro foram o terceiro grupo a actuar, e mais uma vez, não desiludiram, arrancando fortes aplausos do público presente, entre os quais, de elementos de outros grupos participantes.
| Vídeo |
Mais uma vez, a região teve uma representação à altura, de tal forma que, os Zés Pereiras de Castedo do Douro gozam, já, de enorme reputação no Festival, pelo sucesso das suas actuações ao longo dos últimos três anos. Na despedida, a organização, fez questão que fosse “até para o ano”.
Por último, uma palavra de apreço a todos elementos do grupo e do staff que os acompanhou, pelo enorme esforço e espírito de combatividade. Em pouco mais de 24 horas percorreram mais de 700 quilómetros, para efectuar a actuação, e segunda-feira, bem cedo, foi dia de trabalho. É meritório reconhecer a força e dedicação de todos, numa actividade que tem poucos apoios.
Destaque ainda para a foto (imagem ao lado) do grupo publicada no JN, a 1 de Junho de 2009, na referência ao Festival "Portugal a Rufar".
VER
imagens
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28-05-2009 |
Novas vias Transmontanas |
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IC5 coloca Alijó
na "rota" das
Auto-estradas |
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Até ao final de 2011, a região de Trás-os-Montes e Alto Douro terá quatro importantes empreendimentos rodoviários concluídos. Destes, o último a ser iniciado simbolicamente foi o lanço da EN 322 - Variante do IP3 e S. Martinho de Anta. Uma acessibilidade que terá cerca de 6,8 km de extensão e que reduzirá em seis minutos o tempo de viagem entre Sabrosa e Vila Real.
Este acto representou o culminar de um processo com mais de 20 anos e o concretizar de uma velha ambição das populações do concelho de Sabrosa.
Também a vila de Alijó será beneficiada com a construção da Auto-Estrada Transmontana, e pela concessão do Douro Interior (IC5). A implantação do mais alto viaduto alguma vez construído em Portugal (cerca de 160 metros de altitude), e que vai ligar Parada de Cunhos à zona de Folhadela, constituirá uma das obras de arte de maior vulto da auto-estrada entre Vila Real e Bragança. Adjudicada ao grupo Auto-estrada XXI, liderado pela empresa Soares da Costa e com uma extensão de 186 km.
O secretário de Estado Adjunto das Obras Públicas e das Comunicações, Paulo Campos, presidiu, no último domingo, em S. Martinho de Anta, ao lançamento da primeira pedra da variante que liga esta vila ao IP3, na freguesia de Andrães. Antes, o membro do Governo já tinha estado no nó viário da Chã, em Alijó, onde salientou quais os principais benefícios que as novas vias rodoviárias trarão para os concelhos do interior, como as acessibilidades, a redução de sinistralidade e a propiciação à oferta de emprego. A AE Transmontana deverá gerar à volta de 9 000 postos de trabalho, associados às fases de construção, exploração e manutenção da via. Paulo Campos aproveitou para reafirmar uma das máximas do actual Governo: “cumprir e concretizar”.
“Eu gosto de dizer que as promessas são para cumprir e daí estarmos também a construir novas acessibilidades que irão beneficiar Alijó e S. Martinho de Anta. Também prometemos lançar a Auto-estrada Transmontana para ligar Vila Real a Bragança, possibilitando aos habitantes de Alijó uma ligação com melhores condições. A obra foi lançada a concurso e já foi contratada esta variante”.
O presidente da Câmara Municipal de Sabrosa, José Marques, perante centenas de pessoas, revelou alguma emoção e muita alegria com o início da construção da variante, ou não fosse este acesso a “via verde” para o desenvolvimento do concelho”. Não seria com o nosso território encravado ou estrangulado que ganharíamos competitividade em termos de atracção de investimento ou de prosperidade das empresas. Esta ligação trará benefícios que rapidamente iremos sentir, pois permitirá contemplar a instalação de actividades novas e, consequente, a criação de postos de trabalho”.
O edil elogiou o antigo Governador Civil do Distrito, António Martinho, “pelo seu empenho no processo” e o Governo pela concretização da obra. “Sabrosa tem contado, para a realização do nosso plano estratégico, com a colaboração interessada e dedicada do Governo. São exemplos, entre outros, o espaço Torga, os projectos em torno de Magalhães, o centro escolar, os campos relvados, a requalificação da aldeia vinhateira de Provesende, o parque das Almeidas, a recuperação do castro de Sabrosa, o pólo arqueológico de Garganta e as piscinas cobertas”.
A obra da variante entre o IP3 e S. Martinho de Anta apresentada pelo director das Estradas de Vila Real, Jorge Machado, terá um sentido Norte-Sul e começará junto ao nó de Andrães, da A24. Depois, seguirá na direcção de S. Cibrão, Vessadios e Anta, desembocando em S. Martinho de Anta. Terá dois nós de ligação, precisamente em S. Cibrão e Vessadios, e três obras de arte que são duas pontes de 130 metros e um viaduto sobre o vale de Andrães. Terá um custo de 12,4 milhões de euros, tendo como objectivo melhorar a ligação de Sabrosa à rede de alta capacidade (IP3). Esta variante foi projectada pela Norvia SA., adjudicada à Obrecol, SA., e estará concluída em Novembro de 2010.
Na cerimónia que decorreu no nó viário de Alijó, o presidente do município local, Artur Cascarejo, considerou a concessão do Douro Interior e o IC5, como obras que “vão desencravar de vez a acessibilidade do concelho ao exterior e ao IP2”. “Para nós, são como o sangue que corre nas veias, absolutamente fundamental para o nosso desenvolvimento sustentado e equilibrado”, sublinhou.
O autarca aproveitou a presença de Paulo Campos e fez um pedido de uma nova acessibilidade. “Só precisamos de mais 3 km para fazer a variante de Favaios”. O secretário de Estado prometeu “inscrever na sua lista de solicitações” o desejo do edil de Alijó e “dar conhecimento do assunto às Estradas de Portugal”.
Com as concessões da AE Transmontana e Douro Interior, Alijó reduz significativamente o tempo de percurso com algumas cidades e vilas da região Norte e Centro. Em relação ao Porto a redução chega aos 22 minutos. No que concerne a outras localidades o tempo de percurso diminui em cerca de 79 minutos até à Guarda, Lisboa 12, Vila Real 14, Bragança 50, Viseu e Coimbra 12. Mas, outras reduções de tempo no percurso estão também previstas com a abertura ao trânsito da Auto-estrada transmontana. Assim, mais 70 mil habitantes ficarão a menos de 1 hora de Bragança.
Em relação à zona de influência de Vila Real, mais de 1,2 milhões de habitantes distarão menos de 60 minutos da capital do distrito. Com a conclusão das vias previstas, AE Transmontana, concessão do Douro Interior e Túnel do Marão, em 2012, a taxa de execução do Plano Rodoviário Nacional eleva-se para 81 por cento em Vila Real e em Bragança chegará aos 93 por cento. Benefícios que também são sentidos ao nível da sinistralidade. No que concerne à auto-estrada entre Vila Real e Bragança é esperada uma redução de sinistralidade de 65 por cento, sendo que esta via será construída de raiz em grande parte ao lado do actual IP4.
IN José Manuel Cardoso, "A Voz de Trás-os-Montes" 28/05/09 |
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22-05-2009 |
|
Nova Lei dos
Poços |
|
Proprietários
e arrendatários
de poços têm de
ter
licenças de
utilização |
De
acordo
com
o
Decreto-Lei
nº
226A/2007,
de
31
de
Maio,
todos
os
proprietários
e
arrendatários
de
utilizações
dos
recursos
hídricos,
que
à
data
da
entrada
deste
decreto-lei
não
disponham
de
título
que
permita
essa
utilização,
têm
que
pedir
as
devidas
autorizações/licenças/concessões
de
utilização,
junto
das
autoridades
competentes.
O
pedido
de
autorizações/licenças/concessões
é
obrigatório
para
todos
os
proprietários
de
terrenos
em
que
haja
qualquer
tipo
de
utilização
dos
recursos
hídricos,
existentes
e
que
não
esteja
legalizada,
sejam
elas
poços,
noras,
furos,
minas,
charcas,
barragens
e ou
açudes,
quer
se
destine
para
consumo
humano,
rega
ou
actividade
industrial.
Para
o
caso
de
poços
ou
furos,
executados
antes
da
entrada
em
vigor
da
referida
legislação,
o
Artº
89º
do
mesmo
diploma
prevê
a
sua
regularização
no
prazo
de 2
anos,
isto
é,
até
dia
31
de
Maio
de
2009.
A
legislação
citada
prevê
o
regime
sobre
as
utilizações
dos
recursos
hídricos,
devendo
os
pedidos
de
emissão
de
títulos
de
utilização
dos
recursos
hídricos
ser
instruídos
conforme
o
regulamentado
na
Portaria
n.º
1450/2007,
de
12
de
Novembro.
A
Regularização
deve
ser
requerida
mediante
requerimento
com
o
tipo
e as
características
da
captação,
sua
localização,
características
da
exploração
e o
relatório
final.
A
inexistência
deste,
deverá
ser
substituída
pela
entrega
de
um
relatório
de
peritagem
técnica
da
captação,
efectuada
por
um
técnico
com
formação
na
área
da
hidrogeologia.
Após
apreciação
será
emitido
o
respectivo
título
de
acordo
com
a
legislação
(Licença
ou
Autorização).
Se o
requerimento
for
apresentado
até
31
de
Maio
de
2009,
os
utilizadores
ficam
isentos
da
aplicação
da
coima.
Só
através
de
declaração,
os
serviços
da
Administração
da
Região
Hidrográfica
do
Tejo,
I.P.
(ARH
Tejo)
poderão
atribuir
as
concessões,
licenças
e
autorizações
necessárias
para
cada
tipo
de
utilização.
Caso
seja
detectada
qualquer
utilização
não
declarada
após
31
de
Maio,
o
seu
proprietário
incorre
numa
contra-ordenação
muito
grave,
cuja
coima
mínima,
para
particulares,
pode
ir
de
25
mil
a
37.500
euros.
No
caso
de
pessoas
colectivas,
a
coima
pode
ir
de
60
mil
a
2,5
milhões
de
euros.
Para
evitar
as
contra-ordenações
e as
coimas
previstas
na
Lei,
os
utilizadores
deverão
fazer
o
pedido
de
título
com
a
máxima
urgência.
Se
necessitar
de
apoio
na
instrução
do
referido
pedido,
contacte
o
Departamento
de
Ambiente
do
CTIC
para
o
apoiar."
Resta
referir
que
o
prazo
para
a
legalização
de
poços,
furos,
barragens,
fossas,
represas,
etc.
foi
alargado
de
31
de
Maio
de
2009,
para
31
de
Maio
de
2010.
|
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20-01-2009 |
Suposto empréstimo "sem
rasto" |
|
|
A
RESPOSTA
DO
PRESIDENTE
DA
CÂMARA
Na
última
Reunião
de
Câmara,
realizada
na
semana
passada
e já
depois
da
divulgação
do
comunicado
do
PSD
sobre
esta
matéria,
dignou-se
responder
o
Presidente
da
Câmara
ao
pedido
de
informações
dos
Vereadores
do
PSD,
efectuado
dois
meses
e
meio
antes.
A
resposta
dada
pelo
Presidente
da
Câmara,
aponta
no
sentido
de
que
o
empréstimo
aprovado
não
foi
contraído,
tendo
o
respectivo
montante
acrescido
aos
cálculos
de
rateio
no
ano
seguinte,
para
efeitos
do
empréstimo
contratado
nesse
ano
de
2006,
no
valor
de €
1.143.613,00.
A
POSIÇÃO
DO PSD
DE ALIJÓ
Esta
resposta
do
Presidente
da
Câmara
não
convence,
desde
logo
porque
confunde
dois
empréstimos
que
nada
têm
a
ver
um
com
outro.
Sejamos
claros:
o
empréstimo
de
2005
foi
destinado
a
obras
no
aeródromo,
enquanto
que
o
empréstimo
de
2006
foi
para
saneamento
financeiro,
ou
seja,
para
pagamento
de
dívidas.
Não
existe
sequer
nenhum
documento
que
comprove
esta
versão
actual
do
Presidente
da
Câmara.
Aliás,
aquando
da
análise
e
votação,
na
Câmara
e
Assembleia
Municipal,
da
proposta
de
empréstimo
de €
1.143.613,00,
no
ano
de
2006,
em
momento
algum
foi
dada
pelo
Presidente
da
Câmara
qualquer
informação,
no
sentido
de
que
esse
montante
abrangia
os
mencionados
750
mil
euros,
dos
quais
nunca
mais
se
falou.
Ainda
assim
e em
função
das
explicações
dadas
agora
pelo
Presidente
da
Câmara,
os
referidos
750
mil
euros
foram
então
para
outro
destino
que
não
as
obras
no
aeródromo,
sem
que
quaisquer
explicações
tenham
sido
prestadas
à
Câmara
e
Assembleia
Municipal.
Recordam-se
aqui
as
palavras
proferidas
pelo
Presidente
da
Câmara,
em
sessão
da
Assembleia
Municipal
de
Alijó,
no
dia
30
de
Junho
de
2005
e
que
constam
da
respectiva
acta:
“O
referido
empréstimo
é
para
pavimentar
a
pista
com
cerca
de 1
Km,
que
existe
no
Aeródromo.
Assim
a
Câmara,
com
este
empréstimo,
tem
ainda
como
finalidade
assumir
o
compromisso
de
até
ao
final
do
mandato
abrir
concurso
para
a
reabilitação
do
aeródromo,
recorrendo
apenas
aos
recursos
da
Autarquia”.
Facilmente
se
conclui
que
este
compromisso
do
Presidente
da
Câmara
de
Alijó
se
esfumou,
pois
os
concursos
não
foram
lançados
nem
no
final
do
mandato
anterior,
nem
no
final
do
presente
mandato.
Para
além
de o
montante
de
750
mil
euros
ter
sido
gasto
em
outras
despesas
(segundo
a
informação
agora
prestada
pelo
Presidente
da
Câmara)
existe
um
outro
facto
que
politicamente
assume
a
maior
relevância:
Em
comunicado
publicado
na
imprensa
regional,
no
dia
23
de
Outubro
de
2008,
da
autoria
da
comissão
política
concelhia
de
Alijó
do
partido
socialista,
refere-se
que
os €
750.000,00,
estão
“disponíveis
para
as
referidas
obras”.
Essa
afirmação
é
agora
contrariada
pela
informação
do
Presidente
da
Câmara,
pelo
que
só é
possível
concluir
que
o PS
de
Alijó
mentiu
no
seu
recente
comunicado.
Deve
sublinhar-se
que
o
Presidente
da
comissão
política
concelhia
de
Alijó
do
partido
socialista
é o
Presidente
da
Câmara
de
Alijó.
Parece
então
que,
afinal,
o
Presidente
da
concelhia
socialista
de
Alijó
e o
Presidente
da
Câmara
não
estão
em
sintonia,
o
que
é
tanto
mais
estranho,
tratando-se
da
mesma
pessoa...
IN Blog
VEREADOES PSD ALIJÓ
20-01-2009 |
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15-01-2009 |
Dinheiro seria para obras no
aeródromo da Chã |
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Qual o
paradeiro de 750 mil
euros que a Câmara de
Alijó pediu de
empréstimo em 2005 e que
não aparecem nas contas
da Autarquia?
Foi
esta a pergunta que os
Vereadores do PSD
fizeram ao Presidente da
Câmara de Alijó, em
reunião de Câmara de 29
de Outubro de 2008, mas
este nada respondeu até
agora, apesar de terem
já decorrido mais de
dois meses, o que
levanta as maiores
preocupações.
Esse
dinheiro, no montante de
750 mil euros, diz
respeito a um empréstimo
aprovado pela Câmara
Municipal e Assembleia
Municipal de Alijó, em
Junho de 2005, no final
do mandato anterior, com
a condição de essa verba
ser destinada a obras no
aeródromo da Chã.
Acontece porém que,
decorridos quatro anos,
não há obras, nem
dinheiro: As obras no
aeródromo da Chã não se
fizeram, sendo esta uma
das principais promessas
não cumpridas pelo
actual Presidente da
Câmara; e do dinheiro
também não há rasto, não
aparecendo esse
empréstimo nos
relatórios de contas da
Câmara Municipal.
Uma
vez que não houve obras
no aeródromo e o
dinheiro não aparece nas
contas da Câmara,
poderia pensar-se que o
empréstimo não foi
contraído, embora tenha
sido aprovado pela
Câmara e Assembleia
Municipal.
Apesar disso, em
comunicado público da
comissão política do
partido socialista de
Alijó, publicado na
imprensa regional em 23
de Outubro de 2008,
garante-se que esses 750
mil euros se encontram
“disponíveis” para as
referidas obras.
Assim sendo, os
Vereadores do PSD
exigiram explicações ao
Presidente da Câmara,
que é também presidente
da concelhia socialista
de Alijó, pretendendo
saber onde se encontra,
afinal, à disposição
essa verba. Mas o
Presidente da Câmara, o
socialista Artur
Cascarejo, até agora não
respondeu.
Para
o Vereador do PSD,
Miguel Rodrigues, o caso
é grave e das duas uma:
ou o empréstimo não foi
contratado e o PS de
Alijó mentiu no seu
comunicado de 23 de
Outubro de 2008, quando
afirmou que o dinheiro
“está à disposição”; ou
então o empréstimo foi
mesmo pedido e o
dinheiro foi para outro
destino que não o
aeródromo, tendo sido
enganada a Câmara e a
Assembleia Municipal de
Alijó.
Interessa
também saber porque
razão o Presidente da
Câmara não respondeu até
agora ao pedido de
esclarecimentos do PSD,
pois teve muito tempo
para o fazer. Perante o
silêncio comprometedor
do Presidente da Câmara
de Alijó sobre o
paradeiro daquele
dinheiro, o PSD de Alijó
vai agora pedir
informações ao Tribunal
de Contas, para total
esclarecimento desta
situação.
PSD de
Alijó
http://www.dodouro.com/noticia.asp?idEdicao=246&id=14323&idSeccao=2728&Action=noticia
IN NOTÍCIAS DO
DOURO 15-01-2009 |
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15-01-2009 |
Câmara
Municipal já rescindiu com a empresa |
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Os pais dos alunos de Carlão, impediram hoje que os seus filhos fossem transportados para a escola EB1 de Pegarinhos, enquanto não forem resolvidos os muitos problemas com os transportes escolares que se têm registado.
Desde o início deste ano, com a mudança de empresa que assegurava os transportes escolares, que se têm sucedido os problemas: Tem sido frequente o não cumprimento dos horários, a utilização de uma carrinha de sete lugares que ainda esta semana transportou mais de vinte alunos e a falta de transporte, o que aconteceu no dia de ontem, em que o transporte escolar faltou, sem qualquer explicação aos pais dos alunos.
Esta situação era já do conhecimento da Câmara Municipal de Alijó, pois foi comunicada atempadamente aos responsáveis camarários pelos pais e encarregados de educação, sem que nada tenha sido feito.
No dia de ontem, Quarta-feira, em reunião de Câmara, os Vereadores do PSD questionaram o Presidente da Câmara sobre estes problemas nos transportes escolares, mas este nada respondeu, remetendo explicações para um momento posterior.
Foi, no entanto, com estranheza que os Vereadores do PSD ouviram o Presidente da Câmara referir, nessa reunião de Câmara, que não sabia sequer que a empresa de transportes tinha mudado no início do ano, o que não se compreende.
Mas se ontem não sabia que a empresa tinha mudado, hoje e perante as câmaras de televisão já veio dizer que vai rescindir o contrato com essa mesma nova empresa.
Na verdade, segundo a Câmara Municipal, a partir de amanhã tudo se irá resolver, numa reacção que peca por tardia, e que só agora acontece devido à presença das televisões no local esta manhã.
Critica-se igualmente a ausência da Presidente de Junta de Freguesia de Carlão que nada fez para ajudar os pais dos alunos afectados, tendo sido mais célere em apoiar a decisão de fechar a escola EB1 de Carlão, o que obriga os alunos da freguesia a deslocar-se para a EB1 da freguesia de Pegarinhos.
O PSD de Alijó vem demonstrar a sua completa solidariedade para com os pais e alunos, garantindo que continuará atento a esta situação.
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IN VEREADORES
PSD ALIJÓ 15-01-2009 |
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15-01-2009 |
Em parceria com a Câmara
Municipal |
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O Grupo Vila Sol, a
Câmara Municipal de
Alijó e a Real Companhia
Velha assinaram, no dia
9, em S. Pedro do
Estoril, em Lisboa, um
protocolo de parceria
público-privada que
levou a criação de uma
empresa detentora de
dois novos
empreendimentos
turísticos na região do
Douro.
Segundo um comunicado de
imprensa divulgado pelo
Grupo Vila Sol, “o
projecto, que inclui a
construção de dois
resorts dotados de
hotelaria e golfe,
assenta na preservação e
valorização das áreas de
vinha e de socalcos da
região”.
Com um investimento de
186,5 milhões de euros,
os projectos prevêem “um
acréscimo de 200 quartos
à oferta hoteleira da
região, distribuídos por
duas unidades hoteleiras
(Ritz-Carlton e
Renaissance), com o
atractivo da criação dos
dois percursos de golfe
do Alto Douro”, sendo
que “ambos os resorts
vão dispor de unidades
de turismo imobiliário
respeitando elevados
padrões de qualidade”.
Denominado “Vila Sol
Douro – Port Wine Spirit
& Golf Resort”, o
projecto das duas
unidades hoteleiras
ficará sedeado em Alijó,
ocupando um total de 300
hectares e será
responsável pela criação
de 150 postos de
trabalho directos e
cerca de 500 indirectos.
Fonte da empresa refere
que as duas unidades
hoteleiras de charme, às
quais estão anexas dois
campos de golfe,
incluirão uma unidade de
Vinoterapia, adegas e
caves e a instalação de
núcleos de utilização
turístico-imobiliária.
Garantindo a preservação
e valorização das áreas
de vinha e socalcos da
região demarcada, o
projecto prevê a
“recuperação e
aproveitamento turístico
das tradições e
características do
Douro, zona denominada
património da humanidade
pela Unesco”.
Mais, as duas novas
infra-estruturas
“passarão a fazer parte
integrante do circuito
de golfe e enoturismo
que a Vila Sol pretende
implantar de Sul a Norte
do país, acompanhando
todos os seus projectos
(Algarve, Alentejo,
Ribatejo e Douro)”.
Em Junho de 2008, o
Grupo Atlântica, através
da marca Vila Sol
Premium Golf Resorts,
adiantou o lançamento de
vários “projectos
assentes na recuperação
e no aproveitamento
turístico de cada uma
das regiões e
valorizando a cultura e
características naturais
específicas”. Para além
das unidades hoteleiras
durienses, o grupo tem
em curso projecto em
Évora, Benavente,
Madeira e Ancão.
Até à hora de fecho,
desta edição, não foi
possível saber quando
estarão no terreno as
obras de construção das
unidades hoteleiras, no
entanto, segundo fonte
da empresa “os hotéis e
campos de golfe deverão
estar concluídos dentro
de três a quatro anos,
prevendo-se a venda do
imobiliário durante os
próximos oito a dez
anos”.
Maria Meireles |
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IN A VOZ DE
TRÁS-OS-MONTES 15-01-2009 |
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06-01-2009 |
Orçamento Municipal |
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O PSD votou contra a proposta de Orçamento para 2009, apresentada pelo presidente da Câmara de Alijó. Segundo o PSD de Alijó, liderado pelo vereador Miguel Rodrigues, esta proposta de Orçamento “mantém os vícios dos Orçamentos anteriores, nada acrescentando ao futuro do concelho, mas antes hipotecando-o”.
Na declaração de voto contra apresentada pelos Vereadores do PSD, apontam-se os principais “pecados” deste Orçamento: mais despesa corrente, menos investimento e números fictícios que retiram qualquer credibilidade a este documento. No orçamento para 2009, as despesas correntes aumentam em mais de três milhões de euros, comparativamente com o orçamento de 2008. Por outro lado, as verbas para investimento diminuem em cerca de um milhão de euros.
Estes números significam que a Câmara de Alijó prevê fazer menos investimento em 2009, mas gastar mais em despesas correntes. Para o PSD o caminho a seguir deveria ser o contrário, pois o investimento é decisivo para o desenvolvimento do concelho. Para os Vereadores do PSD, esta proposta de Orçamento não é para levar a sério, pois assenta em números fictícios, continuando-se a tendência dos últimos anos, marcados por uma taxa de execução orçamental que tem sido muito baixa.
A título de exemplo vejam-se as contas de 2007, em que a execução financeira do investimento orçamentado ficou-se pelos 22% nas receitas e não foi além dos 27% nas despesas, o que coloca a Câmara de Alijó entre as piores do país, pois poucas são as Câmaras Municipais com taxas de execução tão baixas. O pouco rigor das previsões orçamentais da Câmara de Alijó aparece demonstrado no exercício económico de 2008, em que o orçamento foi alterado por 20 vezes.
O PSD sublinhou também a repetição de projectos que, ano após ano, aparecem inscritos nos orçamentos, mas sem que vejam a luz do dia, por incapacidade de execução do Presidente da Câmara e do seu executivo. Para o PSD de Alijó, a proposta de Orçamento e Grandes Opções do Plano para 2009, não aponta qualquer estratégia de desenvolvimento para o futuro, demonstrando a falta de ideias e vontade do actual executivo socialista. |
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IN NOTÍCIAS DE
VILA REAL
05-01-2009 |
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06-01-2009 |
Assembleia Municipal
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A
Assembleia
Municipal
de Alijó
discutiu
e
aprovou
com 28
votos a
favor,
quatro
abstenções
e três
votos
contra,
o
Orçamento
e Grande
Opções
do Plano
para
2009. O
Presidente
da
Câmara
Municipal
de Alijó
defendeu
este
orçamento,
afirmando
que o
facto de
existir
uma
continuidade
entre os
diferentes
orçamentos…
…e
grandes
opções
do plano
ao longo
dos
últimos
anos
demonstra
e
reforça
o seu
carácter
plurianual
e o
facto de
existir
uma
coerência,
estratégia
e rumo
bem
definidos
por este
executivo,
que se
reflectiu
numa
aprovação
superior
a 100%,
dos
fundos
comunitários
colocados
ao
dispor
da
autarquia,
no
âmbito
do III
QCA.
Ainda
segundo
o
socialista
Artur
Cascarejo,
o
aumento
das
despesas
correntes
registado
no
actual
plano
visa
contribuir
para
reforçar
a aposta
nas
funções
sociais
(educação,
saúde,
acção
social,
emprego)
tão
necessária
no
contexto
económico,
social e
financeiro
em que
vivemos.
Aliás
esta
estratégia
é
defendida
pela
própria
Associação
Nacional
dos
Municípios
Portugueses
e pelo
seu
presidente
como a
resposta
correcta
no
contexto
actual.
Quanto à
estratégia
para o
desenvolvimento
do
concelho,
ela fica
bem
plasmada
no
actual
documento
onde se
afecta
mais de
50% do
valor
global
das
GOP’s às
funções
sociais,
sem
descurar
uma
forte
aposta
na
economia
local à
qual se
afecta
6,5
milhões
de
euros.
Em
síntese
e não
obstante
todas as
dificuldades
que a
conjuntura
económica
internacional
e
nacional
colocam
à acção
quotidiana,
o
Executivo
Permanente
da
Câmara
Municipal
de
Alijó,
continua
firmemente
determinado
a
construir
um
concelho
cada vez
mais
competitivo,
atractivo
e
solidário.
Assim
continuará
com a
mesma
determinação
de
sempre.
Já
antes,
em
reunião
de
Câmara
decorrida
no dia
16 de
Dezembro,
o
orçamento
fora
aprovado
por
maioria,
com o
voto
contra
dos
Vereadores
eleitos
pelo
PSD, o
que
também
não
surpreendeu
o
restante
executivo,
pois
essa tem
sido a
linha
mantida
pela
oposição
ao longo
do
mandato,
o que
não se
traduziu
na
votação
do órgão
deliberativo
máximo
do
Município,
a
Assembleia
Municipal,
que
aprovou
o
documento
por
números
bem
expressivos. |
IN NOTÍCIAS DE
VILA REAL
05-01-2009 |
|
|
05-01-2009 |
Corrupção no Futebol
|
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IN TSF,
05-01-2009
Steve Sanchez,
presidente do GDC A
Colmeia, da 1ª Divisão
da AF Vila Real,
garantiu hoje à Lusa que
Pedro Guedes, detido em
flagrante delito por
corrupção activa a
árbitros, não tem
ligações ao clube.
«Já dizem que ele é
chefe de departamento de
futebol, um absurdo. A
nossa aldeia tem 56
habitantes, 16 dos quais
dirigentes. O clube foi
fundado há 24 anos e os
estatutos impedem que
tenhamos dirigentes de
fora da freguesia de
Cervos, o que é o caso
desse senhor»,
esclareceu, admitindo
que Pedro Guedes é um
adepto que
«apenas às vezes»
acompanha a equipa.
Sábado, Pedro Guedes,
alegado chefe do
departamento de futebol
do clube, foi detido
após denúnica feita pelo
árbitro Jorge Fernandes
e o seu auxiliar Manuel
Ferreira, elemento da
GNR em Montalegre, na
véspera da visita ao
Régua B.
À Lusa, Steve Sanchez
reconheceu, que Pedro
Guedes colabora
«ocasionalmente»
com o clube,
«algo comum a várias
outras pessoas, já que
este é um meio pequeno e
toda a ajuda é precisa».
«O nosso
orçamento não chega aos
8.000 euros anuais, com
os quais temos de pagar
as deslocações, com
almoço, aos jogos,
inscrições dos
jogadores, equipamentos…
mal chega para pagar
água e luz ao fim do
mês. Acham que nos sobra
dinheiro para andarmos
com trafulhices?»,
questionou, indignado.
Além das dificuldades
citadas, Steve Sanchez
questiona a utilidade de
tentar aliciar a
arbitragem «num
desafio frente ao último
classificado, que ainda
não ganhou qualquer
jogo».
«Tudo isto é um
absurdo e já estamos a
tratar dos meios legais
para perceber como é que
o nome do Colmeia foi
envolvido no caso»,
informou o dirigente,
«surpreendido»
pela notícia que lhe foi
transmitida pela rádio
local.
O presidente garante que
esta questão
«não pode nem vai abalar
a moral do clube rumo à
subida»,
frisando que todos os
elementos do GDC A
Colmeia estão de
«cabeça tranquila».
«É sempre
complicado vermos em
causa o nome de um clube
que gostamos e no qual
trabalhamos com tantas
dificuldades para manter
vivo. Mas garanto que
ninguém do A Colmeia
está envolvido neste
absurdo. No fim
estaremos todos de
cabeça levantada e com
um sorriso por vermos um
clube desta dimensão
conhecido em todo o
país»,
concluiu.
Lusa/SOL
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