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Noticias  &  Actualidades

 

 

04-03-2010

Mais uma distinção para António Cabral, que parece "esquecido" pelas Instituições do  seu concelho

Vila Real cria prémio literário António Cabral

 

Natural de Castedo do Douro, o escritor, professor e animador sociocultural viveu grande parte da sua vida na capital de distrito, marcando a história do concelho, não só pelo legado literário, mas também por ter sido um dos fundadores e o primeiro presidente do Centro Cultural Regional. Três anos depois da sua morte, António Cabral vai ser relembrado anualmente com a atribuição de um prémio literário em sua homenagem.

Depois de aprovado por “unanimidade e aclamação” na última reunião da Assembleia Municipal de Vila Real, no dia 26, a autarquia deverá agora aprovar a criação do Prémio Literário António Cabral, cuja primeira edição vai realizar-se já este ano. A iniciativa partiu da bancada do Partido Social Democrata (PSD) como forma de homenagem “a uma figura que muito contribuiu para a divulgação da nossa cultura e que marcou com especial relevância a literatura portuguesa”, e foi ‘aplaudida’ pelos vários grupos parlamentares.

 

Segundo José Costa Pereira, deputado social-democrata que apresentou a moção, a criação do prémio tem ainda como objectivo “estimular novas produções literárias” no concelho. O regulamento do Prémio António Cabral será assim estabelecido pelos serviços de cultura da Câmara Municipal de Vila Real, que irá decidir sobre os estilos que estarão a concurso, o público-alvo, o júri e valor do prémio a atribuir.

 

António Joaquim Magalhães Cabral nasceu em Castedo do Douro, concelho de Alijó, em Abril de 1931, e faleceu em 2007”, tendo vivido grande parte da sua vida em Vila Real. “Foi professor, animador sociocultural, delegado regional do Fundo de Apoio a Organismos Juvenis do INATEL, fundador e primeiro presidente da direcção do Centro Cultural Regional de Vila Real (CCRVR) e um dos destacados representantes da literatura nordestina, sendo uma das referências no domínio das artes e das letras em Portugal contemporâneo”, defendeu o deputado do PSD. No domínio das letras e das artes, além da publicação de dezenas de obras (desde a poesia à ficção, passando pelos ensaios e por livros sobre etnografia, antropologia e ludoteoria), e da colaboração em diversas revistas e jornais nacionais e internacionais, “fundou, em Vila Real, a revista Setentrião (1962) e Tellus, de que foi o primeiro director (1978), e o mensário Nordeste Cultural (1980)”, tendo ainda promovido, através do Centro Cultural Regional, cinco encontros de escritores e jornalistas de Trás-os-Montes e Alto Douro.

 

Agraciado com as medalhas de prata de mérito municipal de Alijó (1985) e Vila Real (1990), o autor foi ainda um dos seleccionados para integrar as “Maletas Literárias”, um projecto de cooperação transfronteiriça que fez circular duzentos livros portugueses.

IN Maria Meireles, "A Voz de Trás-os-Montes" 04/03/2010

 

 

 

 

11-02-2010

Raízes do carnaval brasileiro

TV GLOBO REALIZOU REPORTAGEM COM ZÉS PEREIRAS DE CASTEDO  

 

 

 

 

Uma equipa de reportagem da TV GLOBO, esteve  Domingo (07/02/10), no Castedo, onde realizaram uma uma reportagem com os Zés Pereiras de Castedo no âmbito do Carnaval. O grupo Castedense convidou os Zés Pereiras de Sanfins do Douro, para participarem neste trabalho jornalístico. Os grupos efectuaram uma arruada pelas ruas da freguesia, ao que se seguiu uma actuação dos dois grupos, no recinto da Capela de St.ª Marinha, com as fantásticas paisagens como pano de fundo. No final a Junta de Freguesia ofereceu, aos dois Grupos e à equipa de Reportagem, um lanche convívio.

A TV GLOBO é uma rede de televisão brasileira, e é a maior cadeia de televisão da América Latina e a quarta maior do mundo, vista diariamente por 120 milhões de pessoas.  

VER REPORTAGEM DA GLOBO

 

NOTÍCIAS DE VILA REAL   |      NOTÍCIAS DO DOURO

 

 

 

 

09-02-2010

Comunidade Intermunicipal do Douro vai investir nos 19 concelhos que integra

DOURO RECEBE INVESTIMENTO DE 119 MILHÕES

 

A Comunidade Intermunicipal do Douro vai investir cerca de 119 milhões de euros nos 19 concelhos que integra, até 2013. Incidem, essencialmente, na área da educação, zonas empresariais, acessos, redes de água e modernização tecnológica.

Os primeiros contratos de financiamento de candidaturas municipais, com uma comparticipação comunitária no valor de 5,9 milhões de euros, foram assinados ontem, no Museu do Douro, no Peso da Régua. Referem-se à construção e requalificação de áreas de acolhimento empresarial de Torre de Moncorvo e Santa Marta de Penaguião, e à requalificação e beneficiação da rede viária municipal de Armamar, Freixo de Espada à Cinta, Lamego, Mesão Frio, Penedono, Peso da Régua, Sabrosa, Tabuaço, Torre de Moncorvo e Vila Real.

Aqueles projectos fazem parte de um Programa Territorial de Desenvolvimento do Douro que vai culminar em 2013, tendo já garantido "uma taxa de aprovação global de 36%", segundo o presidente da Comunidade Intermunicipal do Douro, Artur Cascarejo. Mostra-se satisfeito com os resultados conseguidos até ao momento, pois "está concretizada a prioridade da estratégia" daquele organismo: ter, pelo menos, um novo centro escolar em cada um dos 19 concelhos.

A seguir, vão abrir concursos para as outras vertentes do investimento, até perfazer o montante global de 119 milhões de euros contratualizados com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento do Norte. Porém, Artur Cascarejo admite que até 2013 possa vir a ser "negociado um reforço de verbas para garantir outros investimentos".

Requalificação de estrada

Entretanto, a Estrutura de Missão do Douro está a avançar com o projecto da requalificação da EN222, entre Resende a Vila Nova de Foz Côa, de modo a convertê-la numa via romântica do Douro, com especial vocação turística. A proposta final do estudo foi apresentada na sexta-feira à comissão de acompanhamento do projecto.

A requalificação daquela estrada, que em boa parte do trajecto é marginal ao rio Douro, vai ter cinco portas de entrada: Caldas de Arêgos; a zona da chamada "Rotunda Lamego/Régua"; lugar das Bateiras, perto do Pinhão; S. João da Pesqueira; e Vila Nova de Foz Côa. "Para cada uma dessas portas prevemos várias intervenções que ainda estão a ser analisadas", disse Ricardo Magalhães, chefe da Missão do Douro.

Em cima da mesa está também uma proposta que prevê a criação de uma ciclovia ao longo da EN 222, entre a Régua e o Pinhão, e outra para a repavimentação, correcção do traçado e melhoria da segurança na estrada entre Bateiras e S. João da Pesqueira. Ricardo Magalhães não arrisca prazos para a concretização dos projectos na sua globalidade, mas garante que "estarão concretizados até 2013", quando acaba o actual Quadro de Referência Estratégico Nacional.

 

IN Eduardo Pinto, "Jornal de Notícias" 08/02/10

 

 

 

 

16-01-2010

Presidente da Junta garante que o acesso ao caminho é livre

JUNTA DE COTAS NEGA ACUSAÇÕES

 

"Nada disto é verdade. O apeadeiro a que o caminho dá acesso está desactivado há mais de oito anos e não há nada que impeça a passagem por ali." Foi desta forma que Estela Teixeira, presidente da Junta de Cotas, Alijó, reagiu às acusações de que vários caminhos da freguesia tinham sido vedados devido à construção de um hotel.

A presidente admite que cerca de três quilómetros do caminho foram mudados da sua rota, mas garante que tal não causa transtorno. "As pessoas já se habituaram, mas, de qualquer forma, estamos já a pensar em algumas soluções que melhorem o percurso", explicou Estela Teixeira.


 

 

IN A.I.F., "Correio da Manhã" 16/01/10

 

http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=F116053D-35E2-4D24-8832-B164764A9959&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010

 

 

 

 

14-01-2010

Caminho de acesso à estação está vedado

Habitantes de Cotas revoltados com caso que se arrasta há seis anos 

 

"Isto é vergonhoso”

 

A população da localidade de Cotas, em Alijó, está revoltada com a Junta de Freguesia e com a Câmara Municipal. Em causa está o facto de desde há seis anos terem de percorrer 12 quilómetros para acederem à estação de comboios, na freguesia vizinha, porque diversos caminhos públicos foram vedados desde a criação de um hotel.

 

A ‘guerra’ começou quando a Quinta da Romaneira foi vendida a um grupo de investidores estrangeiros e, após ter sido transformada num hotel, todos os caminhos que passavam pelos terrenos da herdade, constituída por vários hectares, foram destruídos ou encerrados a cadeado. "Isto é lamentável e vergonhoso. Deixámos de poder apanhar o comboio na estação da nossa freguesia porque cortaram o caminho. Agora, a estação mais próxima é na freguesia ao lado", contou ao CM Norberto Loureiro, porta--voz dos habitantes da aldeia de Cotas. "Andamos nisto há seis anos. A Junta empurra para a Câmara e vice-versa. Todos nos viram as costas", prossegue.

"Já tentámos falar com os responsáveis do hotel, mas eles mostram uma atitude muito arrogante, apesar de terem a noção do mal que nos estão a fazer. Há pessoas que não têm possibilidade de andar doze quilómetros", acrescenta. Norberto aponta mesmo o dedo aos proprietários da quinta. "Eles apropriaram-se indevidamente de caminhos públicos", atira. O CM tentou falar com a presidente da Junta de Cotas, Estela Teixeira, e com o presidente da Câmara de Alijó, José Cascarejo, mas nenhum esteve disponível.

 

 

 

IN Nelson Rodrigues, "Correio da Manhã" 14/01/10

 

http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=EC309295-071D-4F5E-8DD4-BDE7816E1CA2&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010

 

 

 

 

30-12-2009

Chuvas Intensas

MAU TEMPO DOS ÚLTIMOS DIAS PROVOCA ESTRAGOS NA FREGUESIA

 

 

 

 

 

16-12-2009

Record de Pais Natal no Porto

ZÉS PEREIRAS DE CASTEDO NO MAIOR DESFILE DO MUNDO

 

 

16-12-2009

Neve voltou a pintar a freguesia

CASTEDO ACORDOU MAIS BRANCO

 

 

 

 

02-12-2009

"QUINTA DA ROMANEIRA APROPRIOU-SE INDEVIDAMENTE DE CAMINHOS PÚBLICOS"

 COTAS QUER RECUPERAR ACESSOS AO RIO E À ESTAÇÃO

 

Norberto Loureiro assumiu-se como porta-voz do descontentamento das populações. “Na Quinta da Romaneira existiam vários caminhos públicos, entre os quais existia um que fazia a ligação da freguesia com a estação de caminhos-de-ferro e o acesso ao rio Douro. Quando um grupo de investidores estrangeiros adquiriu a Quinta da Romaneira, eles apropriaram-se indevidamente dos caminhos públicos. Muitos dos acessos foram cortados e outros fechados com correntes e cadeados. Agora para apanharmos o comboio ou para nos deslocarmos ao rio para pescar temos de andar mais de 6 quilómetros”, sublinhou. Este habitante de Cotas contou, à VTM, que já vários populares mostraram a sua indignação junto dos órgãos de poder local (câmara e junta de freguesia), no sentido de se resolver a situação. Porém, nada foi feito ao longo dos últimos 5 anos. Joaquim Vasques, outro popular, também foi peremptório. “Os antigos donos sempre deixaram passar, aliás o caminho nunca foi da Quinta, sempre foi público. Agora temos que ir para a estação de Castedo e depois vir para aqui, o que é um grande transtorno para as pessoas”. Jean Luc, do Hotel da Quinta da Romaneira, mostrou-se surpreendido com as reivindicações dos populares. “É uma situação ridícula. Desde que estou cá nunca ouvi qualquer queixa, nem me perguntaram nada. A primeira coisa a fazer seria falarem com a empresa”, sublinhou. O director da unidade hoteleira deixou expresso até um desejo. “Até gostava que me contactassem para me inteirar do que realmente se está a passar”.

 IN "A Voz de Trás -os-Montes"

 

 

17-11-2009

FREGUESIA NOS ÓRGÃOS CONCELHIOS

 CASTEDO REPRESENTADO NA CÂMARA E ASSEMBLEIA MUNICIPAL

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Realizou-se a 16 de Novembro a primeira Assembleia Municipal desde a eleição do novo órgão a 11 de Outubro último.

 

De realçar que o Castedo está representado com três elementos, de entre os 40 que compõem o respectivo órgão. Tal situação já não acontecia desde 2001, altura em que também esteve representado com três deputados.

 

No actual mandato a freguesia é representada por Pedro Pimentel, João Vilela e Marco Rodrigues (por inerência como Presidente da Junta), todos eleitos nas listas do PSD/CDS.

 

Para a Câmara Municipal, foi eleita a filha do Castedense Domingos Cachide, Prof.ª Goreti Cachide, eleita pela Coligação "Todos Somos Alijó" PSD/CDS.

 

Refira-se que ambos os eleitos (Assembleia e Câmara) fazem parte da oposição, no actual executivo o Castedo não tem qualquer representação, quer na Câmara, quer na assembleia Municipal.

 

 

 

09-11-2009

NOVOS ÓRGÃOS

TOMADA DE POSSE DA ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DE CASTEDO

 

Foi a 09 de Novembro que os novos elementos da Assembleia de Freguesia de Castedo tomaram posse, no Salão Nobre da Câmara Municipal.

 

 

 

 

 

09-11-2009

EXCLUSÃO SOCIAL

 PROJECTO PALMUS

 

 

No âmbito das suas acções, o projecto PALMUS – Partilhar Alijó Murça e Sabrosa, inserido nos Contratos Locais de Desenvolvimento Social, CLDS, tem como principal objectivo combater a exclusão social.

Na reunião realizada a 09 de Novembro, no Salão Nobre , onde estiveram representantes de todas as IPSS do Concelho, Centro de Saúde e Agrupamentos de Escolas, no sentido de sensibilizar para a implementação do voluntariado nos respectivos concelhos.

O Castedo fez-se representar através de dois elementos da Direcção do Centro Recreativo e Cultural. Na reunião foi discutida a problemática da necessidade de criar um banco de voluntários no Concelho, que irá contribuir para combater o isolamento e a solidão dos mais idosos.

 

 

 

03-11-2009

APÓS ENCERRAMENTO INESPERADO

GRUPO PESTANA GARANTE REABERTURA DA POUSADA DE ALIJÓ EM MARÇO

 

O Grupo Pestana garantiu hoje a reabertura da Pousada Barão de Forrester, em Alijó, a 31 de Março, e que os 13 funcionários da unidade hoteleira vão manter o posto de trabalho.

A directora de Imagem e Comunicação do Grupo Pestana, Patrícia Reimão, disse à agência Lusa que a pousada vai estar fechada a partir de hoje, aproveitando a época baixa na região duriense para a realização de obras.

A responsável refere que o grupo foi inclusive notificado pela Câmara de Alijó para a necessidade de promoverem obras de adaptação para pessoas com mobilidade reduzida, o que ser vai ser feito até Março.

Patrícia Reimão diz ainda que, já no ano passado, a unidade fechou durante a época baixa.

Até Março os trabalhadores em causa vão gozar férias e folgas em atraso e vão ser deslocalizados para outras unidades do Grupo Pestana.

O encerramento da Pousada de Alijó foi denunciado na semana passada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte. Segundo o dirigente Francisco Figueiredo os trabalhadores terão tomado conhecimento do encerramento através de um hóspede que não conseguiu fazer uma reserva.

O sindicalista considera que o grupo de Pestana está a gerir as Pousadas de Portugal tendo em vista o "máximo lucro", optando por encerrá-las no período de Inverno, o que põe em causa os direitos dos trabalhadores.

Os 13 trabalhadores da pousada vão reunir esta tarde em plenário para "debater o processo" e definir uma "posição comum".

A pousada Barão de Forrester fica situada na secular vila de Alijó, no coração da região demarcada do Douro, e tem 21 quartos.

Diário Digital / Lusa

 

 

 

26-10-2009

Castedo homenageia filho da terra

 MUITA EMOÇÃO NA HOMENAGEM A ANTÓNIO CABRAL

 

 

A homenagem a António Cabral (AC), na data do seu falecimento, decorreu sob forte emoção. Dois anos após a sua partida, Castedo prestou uma pequena e singela homenagem ao homem que durante a sua vida, viveu uma enorme paixão pela terra que o viu nascer.

No passado Sábado a cerimónia iniciou-se com o descerramento de uma placa evocativa do momento, no exterior do edifício do Centro Cultural. De seguida e já na sala de espectáculos, Marco Rodrigues, actual secretário da Junta de Freguesia e futuro presidente (toma posse a 30 de Outubro), deu as boas vindas e agradeceu a presença de todos, assim como agradeceu às entidades que se fizeram representar. O Grémio Literário de Vila Real fez-se representar pelo Dr. Pires Cabral, os vereadores Eng.º Luís Azevedo e a Professora Goreti Cachide da Câmara Municipal de Alijó, pelo INATEL esteve a Directora da Agência de Vila Real, Dr.ª Maria do Carmo e Orlando Mourão, entre outras entidades presentes.

Marco Rodrigues manifestou o enorme orgulho da freguesia em António Cabral, pretendendo perpetuar o seu nome e a sua memória no tempo.

Após a recitação de um poema do poeta, pelo Enfermeiro Rui Pires, foi dada a palavra ao Dr. Pires Cabral. O escritor e director do Grémio Literário de Vila Real, fez questão de elogiar a pessoa, o homem e amigo que foi António Cabral, disse ainda, que "foi um grande poeta do Douro e um homem de grande qualidade literária" afirmando que "conseguiu, por mérito próprio, impor-se na literatura nacional".

 

Tomou a palavra de seguida o professor e escritor Joaquim Grácio, que enumerou diversos episódios com António Cabral como seu docente no seminário, onde o poeta “evitava que as minhas traquinices tivessem outras consequências” e continuou “foi um amigo nessa altura de que nunca me esqueci”. Joaquim Grácio teve a oportunidade de anos mais tarde ter o seu mestre como colega no Centro Cultural de Vila Real, “onde tive o maior prazer de trabalhar com uma pessoa, a todos os níveis, fantástica”, o escritor chegou a ser Chefe de Redacção de um Jornal quando António Cabral era Director “muitas foram as vezes que trabalhamos juntos, em várias circunstâncias, António Cabral era um grande amigo” afirmou JG.

 

 

A Dr.ª Alzira Cabral, esposa do poeta, muito emocionada agradeceu a todas as entidades e a todos Castedenses a homenagem dedicada ao marido, lembrando “que era um apaixonado pela terra que o viu nascer, era nesta bonita localidade que ele muitas vezes se inspirava para escrever”.

A surpresa da noite chegou alguns momentos após a recitação de mais um poema.

 

 

As luzes apagam-se, ouve-se música, a expectativa era enorme, acende-se uma luz ao centro do palco e de rompante abrem-se as cortinas, a esposa do poeta fica por momentos incrédula… a cantar estava Francisco Fanhais (foi padre e tornou-se o expoente máximo dos católicos progressistas, que desde a célebre carta do bispo do Porto a Salazar em 1958, se demarcavam progressivamente do regime). O cantor despontou para o mundo da música após a participação no programa de televisão "Zip-Zip". Foi depois desta participação que Francisco Fanhais foi convidado, para actuar em Vila Real, por António Cabral, como o próprio contou após terminar a música de abertura.

 

Depois de se apresentar, explicou como conheceu o homenageado “em 1970 António Cabral convidou-me para vir a Vila Real fazer um espectáculo, e conforme o combinado, ele foi esperar-me ao comboio, no Porto, no momento da minha chegada ele informa-me que o espectáculo foi impedido pelo regime”. António Cabral não desistiu, e o artista seguiu para Vila Real, “acabei por ficar em casa dele e no dia seguinte ele reuniu alguns amigos, no máximo seriam 15 pessoas, para as quais dei um espectáculo” contou com alguma emoção à mistura. Anos mais tarde Francisco Fanhais musicou dois poemas de António Cabral, “Leonor” e “A saída do correio”. O artista e também professor fez questão de se deslocar do Alentejo para estar presente na homenagem, afirmando que “nunca mais esquecerei aquele espectáculo em Vila Real, António Cabral estará para sempre na minha memória” concluiu.

 

Após a actuação de Francisco Fanhais, seguiu-se o grupo “Mar de Pedra”, que como é hábito animou e divertiu todos os presentes com a sua entusiástica actuação. A encerrar a noite estiveram o Grupo de Concertinas e Grupo de Cavaquinhos do Rancho Etnográfico de Borbela (Vila Real), muito aplaudidos pelo público.

 

No Domingo a Missa Dominical foi em memória do homenageado. À tarde actuou o Rancho Folclórico de Santa Eugénia, com uma actuação brilhante, para um grupo com pouco mais de um ano de existência.

 

Os jogos populares preencheram o final da tarde onde reinou a animação e divertimento entre os mais novos.

A coroar o encerramento da homenagem, a peça de teatro “Não se paga, Não se paga”, levada à cena pela oficina de teatro de Favaios, em mais uma representação de grande nível.

 

No final, Manuel Pereira, presidente do Centro Cultural, fez um balanço positivo da primeira homenagem da freguesia ao grande vulto da cultura transmontana, e prometeu não parar por aqui para perpetuar o nome de António Cabral. Não foram esquecidos porém, todos aqueles que colaboraram na homenagem, “a todas as entidades, grupos participantes, a todas pessoas que colaboraram na organização, a todos que se associaram a esta homenagem, o nosso muito obrigado” disse Marco Rodrigues, futuro Presidente da Junta, num sinal de satisfação.

VER IMAGENS

 

REPORTAGEM DA RÁDIO "VOZ DO MARÃO"

 

 

 

 

21-10-2009

HOMENAGEM

 CASTEDO PRESTA HOMENAGEM AO GRANDE POETA DO DOURO

 

 

António Joaquim Magalhães Cabral nasceu em Castedo do Douro, a 30 de Abril de 1931. A 23 de Outubro contam-se dois anos após a “partida” de António Cabral, escritor, dramaturgo, poeta e ensaísta.

No próximo sábado, 24 de Outubro, António Cabral será homenageado pela sua terra natal, numa iniciativa do Centro Cultural local, em colaboração a Junta de Freguesia, INATEL entre outras entidades. Na homenagem à pessoa que foi António Cabral, que será sempre recordado como um homem dedicado e prestável, e da qual a sua terra natal muito se orgulha.

António Cabral experimentou ao longo da sua vida diversas realidades, tendo sido um apaixonado pela terra que o viu nascer, e que muitas vezes o inspirou para as suas obras literárias.

No próximo fim de semana de 24 e 25 de Outubro, António Cabral será homenageado através da realização de diversas actividades a que esteve ligado em vida.

Do programa constam: recitação de poemas, teatro, música popular, folclore, jogos populares entre outros, bem como, a celebração dominical da Igreja Paroquial de Castedo, a 25 de Outubro, será em sua memória.

 

A cerimónia oficial tem inicio sábado pelas 20h30, e a organização agradece a presença de todos aqueles que tenham intenção estar presentes.

 

 

 

12-09-2009

AUTÁRQUICAS

 MARCO RODRIGUES ELEITO PRESIDENTE DA JUNTA

 

 

 

Marco Rodrigues venceu a  Junta de Freguesia com 52,68% dos votos. Manuel Macedo obteve 44,94%, e perde a eleição para presidência da Junta, após três mandatos no poder. Marco Rodrigues, por seu lado, à segunda candidatura venceu, e mais do que dobrou a votação de à quatro anos, quando obteve 88 votos, somando ontem 177.

 

O PSD parece ter retomado a tendência Social Democrata no Castedo, desde as eleições europeias, onde venceu todos os actos eleitorais deste ano (Europeias, Legislativas e Autárquicas), também para a Câmara e Assembleia Municipal venceu o PSD na freguesia, ao contrário do que sucedeu no resto do concelho, onde o PS foi vencedor.  

 

VER A VOTAÇÃO

 

 

 

28-09-2009

Legislativas

 PSD COM MAIORIA ABSOLUTA NO CASTEDO

 

 

 

 O PSD obteve no Castedo a maior vitória do concelho de Alijó, com 51,58% dos votos, um aumento de 5% em relação aos resultados de 2005.

No concelho de Alijó venceu o PS com 43,11% dos votos, sofrendo uma quebra de 5% comparado com 2005. Destaque ainda, para o CDS que aumentou a votação de 5% para 8%.

Alguns indicadores poderão ser retirados para as autárquicas, sendo actos eleitorais totalmente distintos, há um pormenor a reter, para as autárquicas há uma coligação PSD/CDS, e olhando para essa perspectiva, o PSD e o CDS obtiveram, juntos, 44,36% dos votos para as legislativas no concelho de Alijó, o que dá a vitória no concelho a estes partidos para as legislativas.

 

VEJA A VOTAÇÃO

 

 

 

15-07-2009

Encabeça lista da Assembleia Municipal de Alijó pela coligação PSD/CDS

 PEDRO PIMENTEL CANDIDATO A DEPUTADO POR VILA REAL

 

O jovem Castedense, Pedro Pimentel, é o quarto na lista, encabeçada por Pedro Passos Coelho, do PSD de Vila Real, às Legislativas de 27 de Setembro.

 

No passado Sábado, foi apresentado como candidato à Presidência da Assembleia Municipal de Alijó, pela coligação (PSD/CDS). É actualmente Vice-Presidente da Comissão politica distrital do PSD Vila Real.

 

Pedro, possui um currículo político ímpar, na sua tenra idade, foi Presidente da JSD de Vila Real, Deputado na Assembleia da República e assessor de Durão Barroso, quando este era Primeiro Ministro.

 

Esperam-no duas duras batalhas até Outubro, quer a nível local, como Nacional. 

Para o Castedo, seria um enorme orgulho, ter um filho da terra como Presidente da Assembleia Municipal de Alijó, e simultaneamente Deputado na Assembleia da República.

 

 

 

 

13-07-2009

Acto Eleitoral

 MANUEL PEREIRA ELEITO PARA A PRESIDÊNCIA DO CENTRO CULTURAL

 

Manuel Pereira mantém-se como Presidente do Centro Recreativo e Cultural, depois do acto eleitoral de Domingo. A única lista a votação, obteve 99% dos votos expressos,  tendo-se registado uma afluência de cerca 80%, dos associados com as quotas regularizadas. A tomada de posse é a 18 de Julho.

Relativamente ao elenco anterior, existiram algumas mudanças, já que, alguns elementos manifestarem desejo de não continuar.

 

Os novos órgãos Sociais são:

 Assembleia Geral: João Vilela (Presidente), Manuel Lopes (1º Secretário) e Luís Fragoso (2º Secretário);

 

Direcção: Manuel Pereira (Presidente), Nuno Morais, João Valério, Altino Vasques e José Mendes (Vice-Presidentes), Ester Machado (Secretária) e Daniela Cardoso (Tesoureira);

 

Conselho Fiscal: Rosa Bruck (Presidente), Belmiro Pinto (Vogal) e Roberto Borges (Relator).

 

 

 

13-07-2009

Concorre contra o "seu" presidente

 MARCO É O CANDIDATO DO PSD/CDS À JUNTA DO CASTEDO

 

Depois de muita  especulação, Marco Rodrigues é oficialmente o candidato da coligação PSD/CDS, à Junta de Freguesia de Castedo.

 

O actual Secretário da Junta foi apresentado, Sábado (12/07/09), com os restantes candidatos às Juntas de freguesia do concelho, da coligação PSD/CDS, no auditório Municipal de Alijó.

 

Quatro anos volvidos após a candidatura pelo Bloco de Esquerda, recandidata-se à Junta, agora pela coligação que, na altura (2005), ajudou a derrotar.

O restante elenco, não é para já, ainda  conhecido.

 

Pelo PS, tudo indica, que Manuel Macedo se recandidatará ao último mandato, enfrentando o seu actual Secretário pela segunda vez consecutiva.

 

 

 

18-06-2009

Presidente da Mesa da Assembleia Geral "provoca" eleições antecipadas

Órgãos Sociais do Centro Cultural demitem-se em bloco

 

Na passada Terça feira à noite, a maioria dos órgãos sociais (10 em 12), do Centro Recreativo e Cultural do Castedo, apresentaram o pedido de demissão, em bloco, em protesto com o Presidente da Mesa da Assembleia Geral (PMAG), António Jorge dos Santos.

Altino Vasques, foi o único que não apresentou a demissão (à excepção do PMAG), por se encontrar fora do País.

 

Esta situação obriga o PMAG, pelo Regulamento Interno, a agendar eleições, que devem realizar-se num prazo mínimo de 15 e máximo de 30 dias.

 

A demissão colectiva, foi despoletada pela lamentável atitude, de  discriminação e "racismo", protagonizada pelo PMAG, para com os elementos do grupo de Zés Pereiras (ZP) que não têm residência na freguesia. Insurgindo-se, sem motivos, contra os mesmos (que são associados do CRCC com quotas em dia), acusando-os de estarem a prejudicar o grupo, "apontando-lhes o caminho de saída", num acto carregado de prepotência. Findo o burburinho gerado, todos os elementos do grupo abandonaram o local, totalmente desagradados por semelhante atitude e injustiça, para os colegas, que sempre foram dedicados, sérios e empenhados, convencidos que após o sucedido, muito dificilmente o Grupo teria continuidade.

 

O Presidente da Direcção, Manuel Pereira, apanhou a situação já na recta final, e após ter-se inteirado da mesma, questionou o PMAG, sobre, quem iria efectuar a actuação da próxima Sexta-feira (19/06/09) em Favaios, solicitada pela Câmara Municipal de Alijó. Já que, uma boa parte dos elementos não mostrou vontade em regressar. A resposta foi pronta: "eu arranjo", tendo de seguida, nomeado alguns nomes de pessoas que já não fazem parte do grupo por vários motivos, incluindo disciplinares, que ele próprio iria "convidar" para a actuação em causa. E continuou "eu tomo conta do grupo daqui em diante, e agora é que isto vai para a frente", a estupefacção do Presidente da Direcção, perante tal afirmação, deixou-o completamente perplexo. Afinal, a atitude anterior, não tinha sido irreflectida, mas sim premeditada, já que, esta era claramente uma tentativa de "assalto ao poder", e uma clara falta de respeito pelos elementos do grupo e da Direcção da Instituição.

 

Impunha-se claramente uma postura a outro nível, não só pelo cargo que ocupa, mas também, pela Instituição em causa, e o seu bom nome.

 

Em solidariedade com os elementos dos ZP, e em total repúdio pela postura do PMAG, mas particularmente, em defesa da Democracia e contra atitudes discriminatórias, os órgãos sociais apresentaram o pedido de demissão em bloco. Esta tomada de posição, aconteceu na sede do CRCC, na presença do PMAG, todos os elementos dos órgãos sociais presentes (não estiveram Rosa Bruck, João Vilela e Marco Rodrigues (único elemento que não se demitiu) que foram solidários com os restantes, e Altino Vasques por se encontrar fora do País), assinaram individualmente a sua renúncia ao cargo e apresentaram-na imediatamente.

 

O que se passou a seguir, foi verdadeiramente... surreal.

35 anos, é muito tempo para interiorizar a democracia, pelos vistos, não o suficiente, para algumas pessoas.

 

A Instituição merecia mais respeito e a democracia exigia, acima de tudo, bom senso, ainda mais em pessoas que têm cargos públicos.

 

 

 

 

16-06-2009

Alijó, Favaios e Pegarinhos

Governador Civil garante que adegas estão abertas à fusão

 

No dia em que a adega de Alijó entrou em “lay-off”, o governador civil de Vila Real, Alexandre Chaves, reuniu-se com a câmara e as direcções das três adegas do concelho. No fim desta semana, a autarquia vai entregar um estudo às cooperativas, onde são apontadas soluções para uma futura fusão.

Alexandre Chaves lembrou a falência da adega de Sanfins do Douro, há cerca de dois anos, e defendeu a necessidade da fusão das adegas de Alijó, Favaios e Pegarinhos para evitar que sigam o mesmo caminho. “Como é sabido, as adegas do concelho estão com problemas de sustentabilidade financeira sérios”, afirmou o responsável. A cooperativa de Alijó colocou oito dos cerca de 20 funcionários com actividade suspensa durante três meses, até ao início da época de vindimas. O “lay-off” pode manter-se no máximo durante seis meses pelo que todas as partes mostram interesse e vontade em chegar rapidamente a uma solução.

Alexandre Chaves garante que as adegas estão abertas à solução da fusão e de uma gestão profissional. Segundo o governador civil, “a adega de Favaios também entendeu que os tempos que aí vêm, em termos de competitividade da colocação dos vinhos no mercado, não são animadores”. O responsável adiantou ainda que em breve será agendada uma reunião com o ministro da Agricultura, Jaime Silva, para discutir apoios para o sector do vinho. “A aposta no sector cooperativo tem de continuar na região do Douro, onde existem muitos pequenos produtores”, defende.

O presidente da autarquia alijoense, Artur Cascarejo, garantiu que neste momento há acordo entre as adegas quanto ao modelo institucional da fusão. “O problema fundamental não é da adega A ou da adega B, o problema está no sector cooperativo”, defendeu o autarca. Segundo Artur Cascarejo, o estudo de viabilidade que a câmara vai apresentar às adegas aponta “para onde e como se deve caminhar no futuro”. O responsável lembra as linhas de financiamento disponibilizadas pelo Governo para este tipo de fusões, o Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER) e as verbas existentes no âmbito do quadro comunitário de apoio para este tipo de alteração estrutural das adegas.
 

IN Sandra Borges, "Notícias de Vila Real 16/06/09

 

 

 

15-06-2009

Possível processo de fusão de Adegas de Alijó, Favaios e Pegarinhos

Adega de Alijó em aperto, vai aplicar lay-off

 

As adegas de Alijó, Favaios e Pegarinhos querem avançar para um processo de fusão. Intenção manifestada ao governador civil de Vila Real, hoje, dia em que a primeira delas colocou oito trabalhadores em lay-off.

 

São oito entre 20 os funcionários da Adega de Alijó que vão ter a actividade suspensa durante três meses, sendo que deverão regressar ao trabalho numa altura que vai coincidir com o início da época de vindimas. A quebra de encomendas, na ordem dos 40%, obrigou a Direcção da instituição a tomar uma medida que chegou a ser ponderada já no último mês de Abril.

 

Ontem, não se mostrou disponível para esclarecer os contornos do processo.

A situação financeira da Adega de Alijó tem vindo a agravar-se nos últimos meses. Por falta de pagamento do imposto sobre os negócios do álcool, a Direcção- -Geral das Alfândegas selou-a por duas vezes, em Fevereiro e Maio deste ano. Os viticultores que lhe venderam as uvas também não estão satisfeitos, pois há várias colheitas por pagar.

 

A crise que se abateu sobre as adegas cooperativas do concelho de Alijó já não é nova. A Adega de Sanfins do Douro faliu há dois anos e, neste momento, a da sede de concelho corre sérios riscos de ir pelo mesmo caminho. Porém, as de Favaios e de Pegarinhos também não estão livres de vir a enfrentar problemas semelhantes, até pelas dificuldades crescentes que o mercado dos vinhos atravessa.

 

Daí que a fusão entre as três apareça, neste momento, como a única solução capaz de viabilizar as três cooperativas numa só, dando-lhe vitalidade económica e financeira, bem como escala competitiva.

 

Da reunião de ontem, na Câmara de Alijó, entre direcções das três adegas, autarcas e o governador civil de Vila Real, transpirou que até ao final desta semana estará pronto um estudo de viabilidade que apontará o caminho de futuro, sendo que a fusão é o mais provável. De acordo com o governador civil, Alexandre Chaves, deverá contribuir para "dar melhor resposta aos viticultores, garantir a qualidade dos seus vinhos e ter maior sustentabilidade económico-financeira".

"Finalmente, as adegas estão de acordo sobre o modelo institucional a seguir", comentou o presidente da Câmara, Artur Cascarejo. "Houve que partir muita pedra, mas todos chegaram à conclusão de que não há outra solução", acrescentou.

 

Quando o estudo de viabilidade chegar à Autarquia, será analisado pelas partes ontem reunidas e a seguir será levado ao Ministério da Agricultura "para pedir apoios para sua concretização", notou Alexandre Chaves.

 

IN Eduardo Pinto, "JN" 16/06/09

 

 

 

07-06-2009

Eleições Europeias

PSD venceu europeias no Castedo

 

A exemplo do que se passou a nível nacional, também, no Castedo o PSD venceu o acto eleitoral destinado a eleger os representantes Portugueses no Parlamento Europeu.

No concelho de Alijó, o PSD venceu em 13 das 19 freguesias, e no distrito venceu em todos os concelhos.

Em relação à votação de 2004, os partidos de Direita (PSD e CDS) aumentam votação, já que, há 5 anos concorreram coligados. O CDS aproximou-se mesmo do PS, que foi o mais penalizado, com menos 10% dos votos do que em 2004.

Destaque ainda, para os partidos "mais" à esquerda, como o BE, CDU e o PCTP a conseguirem, cada, quase 4% dos votos. Um reflexo, natural, do descontentamento com o Governo, e que se reflectiu numa votação mais repartida do que é habitual, em outros actos eleitorais.

 

 

 

VOTAÇÃO HORA A HORA

Hora

Nº de Votantes

Acumulado

 %

9 H

11

11

2,3%

10 H

5

16

3,4%

11 H 18 34 7,2%

12 H

20 54 11,4%
13 H 7 61 12,9%

14 H

20 81 17,1%
15 H 35 116 24,5%

16 H

26 142 30%
17 H 20 162 34,2%
18 H 21 183 38,7%

19 H

0 183 38,7%

 

 


 

Votação em 2004

Votantes

185

40,48%

Abstenção

272

59,52%

Nulos

1

0,54%

Brancos

2

1,08%

 

 

RESULTADOS 2004

PPD/PSD.CDS-PP

 102  55,14%

PS

 61  32,97%

PPM

 5  2,7%

B.E.

 5  2,7%

P.N.R.

 2  1,08%

PCP-PEV

 2  1,08%

P.H.

 2  1,08%

PND

 1  0,54%

PCTP/MRPP

 1  0,54%

MD

 1  0,54%

PDA

 0  0%

MPT

 0  0%

POUS

 0  0%

 

 

 

 

 

31-05-2009

Portugal a Rufar | Seixal

Zés Pereiras surpreenderam com actuação

 

No passado dia 31 de Maio, os Zés Pereiras de Castedo do Douro, desfilaram na principal avenida do Seixal, num percurso de aproximadamente duas horas, juntamente com mais de três dezenas de grupos, em número superior a 1600 tocadores.

O grupo Castedense, único representante Transmontano no festival, teve na sua exuberância o principal factor de destaque em relação aos restantes participantes. Com um poder de improvisação indescritível, e uma força física (apesar do forte calor que se fez sentir) inabalável, fez vibrar fortemente os espectadores presentes, arrancando por várias vezes, aplausos ao longo do percurso pela exuberante actuação.


 


Após o almoço e um curto, mas merecido, período de descanso, foi altura da actuação em palco. Os Zés Pereiras de Castedo do Douro foram o terceiro grupo a actuar, e mais uma vez, não desiludiram, arrancando fortes aplausos do público presente, entre os quais, de elementos de outros grupos participantes.

 | Vídeo |

 

 


Mais uma vez, a região teve uma representação à altura, de tal forma que, os Zés Pereiras de Castedo do Douro gozam, já, de enorme reputação no Festival, pelo sucesso das suas actuações ao longo dos últimos três anos. Na despedida, a organização, fez questão que fosse “até para o ano”.

Por último, uma palavra de apreço a todos elementos do grupo e do staff que os acompanhou, pelo enorme esforço e
espírito de combatividade. Em pouco mais de 24 horas percorreram mais de 700 quilómetros, para efectuar a actuação, e segunda-feira, bem cedo, foi dia de trabalho. É meritório reconhecer a força e dedicação de todos, numa actividade que tem poucos apoios.

Destaque ainda para a foto (imagem ao lado) do grupo publicada no JN, a 1 de Junho de 2009, na referência ao  Festival "Portugal a Rufar".

 

VER imagens

 

 

 

 

28-05-2009

Novas vias Transmontanas

IC5 coloca Alijó na "rota" das Auto-estradas

 

Até ao final de 2011, a região de Trás-os-Montes e Alto Douro terá quatro importantes empreendimentos rodoviários concluídos. Destes, o último a ser iniciado simbolicamente foi o lanço da EN 322 - Variante do IP3 e S. Martinho de Anta. Uma acessibilidade que terá cerca de 6,8 km de extensão e que reduzirá em seis minutos o tempo de viagem entre Sabrosa e Vila Real.

Este acto representou o culminar de um processo com mais de 20 anos e o concretizar de uma velha ambição das populações do concelho de Sabrosa.
Também a vila de Alijó será beneficiada com a construção da Auto-Estrada Transmontana, e pela concessão do Douro Interior (IC5). A implantação do mais alto viaduto alguma vez construído em Portugal (cerca de 160 metros de altitude), e que vai ligar Parada de Cunhos à zona de Folhadela, constituirá uma das obras de arte de maior vulto da auto-estrada entre Vila Real e Bragança. Adjudicada ao grupo Auto-estrada XXI, liderado pela empresa Soares da Costa e com uma extensão de 186 km.
O secretário de Estado Adjunto das Obras Públicas e das Comunicações, Paulo Campos, presidiu, no último domingo, em S. Martinho de Anta, ao lançamento da primeira pedra da variante que liga esta vila ao IP3, na freguesia de Andrães. Antes, o membro do Governo já tinha estado no nó viário da Chã, em Alijó, onde salientou quais os principais benefícios que as novas vias rodoviárias trarão para os concelhos do interior, como as acessibilidades, a redução de sinistralidade e a propiciação à oferta de emprego. A AE Transmontana deverá gerar à volta de 9 000 postos de trabalho, associados às fases de construção, exploração e manutenção da via. Paulo Campos aproveitou para reafirmar uma das máximas do actual Governo: “cumprir e concretizar”.
“Eu gosto de dizer que as promessas são para cumprir e daí estarmos também a construir novas acessibilidades que irão beneficiar Alijó e S. Martinho de Anta. Também prometemos lançar a Auto-estrada Transmontana para ligar Vila Real a Bragança, possibilitando aos habitantes de Alijó uma ligação com melhores condições. A obra foi lançada a concurso e já foi contratada esta variante”.
O presidente da Câmara Municipal de Sabrosa, José Marques, perante centenas de pessoas, revelou alguma emoção e muita alegria com o início da construção da variante, ou não fosse este acesso a “via verde” para o desenvolvimento do concelho”. Não seria com o nosso território encravado ou estrangulado que ganharíamos competitividade em termos de atracção de investimento ou de prosperidade das empresas. Esta ligação trará benefícios que rapidamente iremos sentir, pois permitirá contemplar a instalação de actividades novas e, consequente, a criação de postos de trabalho”.
O edil elogiou o antigo Governador Civil do Distrito, António Martinho, “pelo seu empenho no processo” e o Governo pela concretização da obra. “Sabrosa tem contado, para a realização do nosso plano estratégico, com a colaboração interessada e dedicada do Governo. São exemplos, entre outros, o espaço Torga, os projectos em torno de Magalhães, o centro escolar, os campos relvados, a requalificação da aldeia vinhateira de Provesende, o parque das Almeidas, a recuperação do castro de Sabrosa, o pólo arqueológico de Garganta e as piscinas cobertas”.
A obra da variante entre o IP3 e S. Martinho de Anta apresentada pelo director das Estradas de Vila Real, Jorge Machado, terá um sentido Norte-Sul e começará junto ao nó de Andrães, da A24. Depois, seguirá na direcção de S. Cibrão, Vessadios e Anta, desembocando em S. Martinho de Anta. Terá dois nós de ligação, precisamente em S. Cibrão e Vessadios, e três obras de arte que são duas pontes de 130 metros e um viaduto sobre o vale de Andrães. Terá um custo de 12,4 milhões de euros, tendo como objectivo melhorar a ligação de Sabrosa à rede de alta capacidade (IP3). Esta variante foi projectada pela Norvia SA., adjudicada à Obrecol, SA., e estará concluída em Novembro de 2010.
Na cerimónia que decorreu no nó viário de Alijó, o presidente do município local, Artur Cascarejo, considerou a concessão do Douro Interior e o IC5, como obras que “vão desencravar de vez a acessibilidade do concelho ao exterior e ao IP2”. “Para nós, são como o sangue que corre nas veias, absolutamente fundamental para o nosso desenvolvimento sustentado e equilibrado”, sublinhou.
O autarca aproveitou a presença de Paulo Campos e fez um pedido de uma nova acessibilidade. “Só precisamos de mais 3 km para fazer a variante de Favaios”. O secretário de Estado prometeu “inscrever na sua lista de solicitações” o desejo do edil de Alijó e “dar conhecimento do assunto às Estradas de Portugal”.
Com as concessões da AE Transmontana e Douro Interior, Alijó reduz significativamente o tempo de percurso com algumas cidades e vilas da região Norte e Centro. Em relação ao Porto a redução chega aos 22 minutos. No que concerne a outras localidades o tempo de percurso diminui em cerca de 79 minutos até à Guarda, Lisboa 12, Vila Real 14, Bragança 50, Viseu e Coimbra 12. Mas, outras reduções de tempo no percurso estão também previstas com a abertura ao trânsito da Auto-estrada transmontana. Assim, mais 70 mil habitantes ficarão a menos de 1 hora de Bragança.
Em relação à zona de influência de Vila Real, mais de 1,2 milhões de habitantes distarão menos de 60 minutos da capital do distrito. Com a conclusão das vias previstas, AE Transmontana, concessão do Douro Interior e Túnel do Marão, em 2012, a taxa de execução do Plano Rodoviário Nacional eleva-se para 81 por cento em Vila Real e em Bragança chegará aos 93 por cento. Benefícios que também são sentidos ao nível da sinistralidade. No que concerne à auto-estrada entre Vila Real e Bragança é esperada uma redução de sinistralidade de 65 por cento, sendo que esta via será construída de raiz em grande parte ao lado do actual IP4.

 

IN José Manuel Cardoso, "A Voz de Trás-os-Montes" 28/05/09

 

 

22-05-2009

 

Nova Lei dos Poços

Proprietários e arrendatários de poços têm de ter licenças de utilização

De acordo com o Decreto-Lei nº 226A/2007, de 31 de Maio, todos os proprietários e arrendatários de utilizações dos recursos hídricos, que à data da entrada deste decreto-lei não disponham de título que permita essa utilização, têm que pedir as devidas autorizações/licenças/concessões de utilização, junto das autoridades competentes.
O pedido de autorizações/licenças/concessões é obrigatório para todos os proprietários de terrenos em que haja qualquer tipo de utilização dos recursos hídricos, existentes e que não esteja legalizada, sejam elas poços, noras, furos, minas, charcas, barragens e ou açudes, quer se destine para consumo humano, rega ou actividade industrial.
Para o caso de poços ou furos, executados antes da entrada em vigor da referida legislação, o Artº 89º do mesmo diploma prevê a sua regularização no prazo de 2 anos, isto é, até dia 31 de Maio de 2009.
A legislação citada prevê o regime sobre as utilizações dos recursos hídricos, devendo os pedidos de emissão de títulos de utilização dos recursos hídricos ser instruídos conforme o regulamentado na Portaria n.º 1450/2007, de 12 de Novembro.
A Regularização deve ser requerida mediante requerimento com o tipo e as características da captação, sua localização, características da exploração e o relatório final.
A inexistência deste, deverá ser substituída pela entrega de um relatório de peritagem técnica da captação, efectuada por um técnico com formação na área da hidrogeologia. Após apreciação será emitido o respectivo título de acordo com a legislação (Licença ou Autorização).
Se o requerimento for apresentado até 31 de Maio de 2009, os utilizadores ficam isentos da aplicação da coima.
Só através de declaração, os serviços da Administração da Região Hidrográfica do Tejo, I.P. (ARH Tejo) poderão atribuir as concessões, licenças e autorizações necessárias para cada tipo de utilização.
Caso seja detectada qualquer utilização não declarada após 31 de Maio, o seu proprietário incorre numa contra-ordenação muito grave, cuja coima mínima, para particulares, pode ir de 25 mil a 37.500 euros. No caso de pessoas colectivas, a coima pode ir de 60 mil a 2,5 milhões de euros.
Para evitar as contra-ordenações e as coimas previstas na Lei, os utilizadores deverão fazer o pedido de título com a máxima urgência. Se necessitar de apoio na instrução do referido pedido, contacte o Departamento de Ambiente do CTIC para o apoiar."

Resta referir que o prazo para a legalização de poços, furos, barragens, fossas, represas, etc. foi alargado de 31 de Maio de 2009, para 31 de Maio de 2010.

 

 

20-01-2009

Suposto empréstimo "sem rasto"

 

A RESPOSTA DO PRESIDENTE DA CÂMARA

 

Na última Reunião de Câmara, realizada na semana passada e já depois da divulgação do comunicado do PSD sobre esta matéria, dignou-se responder o Presidente da Câmara ao pedido de informações dos Vereadores do PSD, efectuado dois meses e meio antes.
A resposta dada pelo Presidente da Câmara, aponta no sentido de que o empréstimo aprovado não foi contraído, tendo o respectivo montante acrescido aos cálculos de rateio no ano seguinte, para efeitos do empréstimo contratado nesse ano de 2006, no valor de € 1.143.613,00.
 

A POSIÇÃO DO PSD DE ALIJÓ

Esta resposta do Presidente da Câmara não convence, desde logo porque confunde dois empréstimos que nada têm a ver um com outro.
Sejamos claros: o empréstimo de 2005 foi destinado a obras no aeródromo, enquanto que o empréstimo de 2006 foi para saneamento financeiro, ou seja, para pagamento de dívidas.
Não existe sequer nenhum documento que comprove esta versão actual do Presidente da Câmara.
Aliás, aquando da análise e votação, na Câmara e Assembleia Municipal, da proposta de empréstimo de € 1.143.613,00, no ano de 2006, em momento algum foi dada pelo Presidente da Câmara qualquer informação, no sentido de que esse montante abrangia os mencionados 750 mil euros, dos quais nunca mais se falou.
Ainda assim e em função das explicações dadas agora pelo Presidente da Câmara, os referidos 750 mil euros foram então para outro destino que não as obras no aeródromo, sem que quaisquer explicações tenham sido prestadas à Câmara e Assembleia Municipal.
Recordam-se aqui as palavras proferidas pelo Presidente da Câmara, em sessão da Assembleia Municipal de Alijó, no dia 30 de Junho de 2005 e que constam da respectiva acta:

O referido empréstimo é para pavimentar a pista com cerca de 1 Km, que existe no Aeródromo. Assim a Câmara, com este empréstimo, tem ainda como finalidade assumir o compromisso de até ao final do mandato abrir concurso para a reabilitação do aeródromo, recorrendo apenas aos recursos da Autarquia”.
Facilmente se conclui que este compromisso do Presidente da Câmara de Alijó se esfumou, pois os concursos não foram lançados nem no final do mandato anterior, nem no final do presente mandato.
Para além de o montante de 750 mil euros ter sido gasto em outras despesas (segundo a informação agora prestada pelo Presidente da Câmara) existe um outro facto que politicamente assume a maior relevância: Em comunicado publicado na imprensa regional, no dia 23 de Outubro de 2008, da autoria da comissão política concelhia de Alijó do partido socialista, refere-se que os € 750.000,00, estão “disponíveis para as referidas obras”.

Essa afirmação é agora contrariada pela informação do Presidente da Câmara, pelo que só é possível concluir que o PS de Alijó mentiu no seu recente comunicado.
Deve sublinhar-se que o Presidente da comissão política concelhia de Alijó do partido socialista é o Presidente da Câmara de Alijó.
Parece então que, afinal, o Presidente da concelhia socialista de Alijó e o Presidente da Câmara não estão em sintonia, o que é tanto mais estranho, tratando-se da mesma pessoa...

 

IN  Blog VEREADOES PSD ALIJÓ 20-01-2009

 

15-01-2009

Dinheiro seria para obras no aeródromo da Chã

Qual o paradeiro de 750 mil euros que a Câmara de Alijó pediu de empréstimo em 2005 e que não aparecem nas contas da Autarquia?
Foi esta a pergunta que os Vereadores do PSD fizeram ao Presidente da Câmara de Alijó, em reunião de Câmara de 29 de Outubro de 2008, mas este nada respondeu até agora, apesar de terem já decorrido mais de dois meses, o que levanta as maiores preocupações.
Esse dinheiro, no montante de 750 mil euros, diz respeito a um empréstimo aprovado pela Câmara Municipal e Assembleia Municipal de Alijó, em Junho de 2005, no final do mandato anterior, com a condição de essa verba ser destinada a obras no aeródromo da Chã.
Acontece porém que, decorridos quatro anos, não há obras, nem dinheiro: As obras no aeródromo da Chã não se fizeram, sendo esta uma das principais promessas não cumpridas pelo actual Presidente da Câmara; e do dinheiro também não há rasto, não aparecendo esse empréstimo nos relatórios de contas da Câmara Municipal.
Uma vez que não houve obras no aeródromo e o dinheiro não aparece nas contas da Câmara, poderia pensar-se que o empréstimo não foi contraído, embora tenha sido aprovado pela Câmara e Assembleia Municipal.
Apesar disso, em comunicado público da comissão política do partido socialista de Alijó, publicado na imprensa regional em 23 de Outubro de 2008, garante-se que esses 750 mil euros se encontram “disponíveis” para as referidas obras.
Assim sendo, os Vereadores do PSD exigiram explicações ao Presidente da Câmara, que é também presidente da concelhia socialista de Alijó, pretendendo saber onde se encontra, afinal, à disposição essa verba. Mas o Presidente da Câmara, o socialista Artur Cascarejo, até agora não respondeu.
Para o Vereador do PSD, Miguel Rodrigues, o caso é grave e das duas uma: ou o empréstimo não foi contratado e o PS de Alijó mentiu no seu comunicado de 23 de Outubro de 2008, quando afirmou que o dinheiro “está à disposição”; ou então o empréstimo foi mesmo pedido e o dinheiro foi para outro destino que não o aeródromo, tendo sido enganada a Câmara e a Assembleia Municipal de Alijó.
Interessa também saber porque razão o Presidente da Câmara não respondeu até agora ao pedido de esclarecimentos do PSD, pois teve muito tempo para o fazer. Perante o silêncio comprometedor do Presidente da Câmara de Alijó sobre o paradeiro daquele dinheiro, o PSD de Alijó vai agora pedir informações ao Tribunal de Contas, para total esclarecimento desta situação.

 

PSD de Alijó

 

http://www.dodouro.com/noticia.asp?idEdicao=246&id=14323&idSeccao=2728&Action=noticia

 

IN  NOTÍCIAS DO DOURO 15-01-2009

 

 

15-01-2009

Câmara Municipal já rescindiu com a empresa

Os pais dos alunos de Carlão, impediram hoje que os seus filhos fossem transportados para a escola EB1 de Pegarinhos, enquanto não forem resolvidos os muitos problemas com os transportes escolares que se têm registado.

Desde o início deste ano, com a mudança de empresa que assegurava os transportes escolares, que se têm sucedido os problemas: Tem sido frequente o não cumprimento dos horários, a utilização de uma carrinha de sete lugares que ainda esta semana transportou mais de vinte alunos e a falta de transporte, o que aconteceu no dia de ontem, em que o transporte escolar faltou, sem qualquer explicação aos pais dos alunos.
Esta situação era já do conhecimento da Câmara Municipal de Alijó, pois foi comunicada atempadamente aos responsáveis camarários pelos pais e encarregados de educação, sem que nada tenha sido feito.
No dia de ontem, Quarta-feira, em reunião de Câmara, os Vereadores do PSD questionaram o Presidente da Câmara sobre estes problemas nos transportes escolares, mas este nada respondeu, remetendo explicações para um momento posterior.

Foi, no entanto, com estranheza que os Vereadores do PSD ouviram o Presidente da Câmara referir, nessa reunião de Câmara, que não sabia sequer que a empresa de transportes tinha mudado no início do ano, o que não se compreende.
Mas se ontem não sabia que a empresa tinha mudado, hoje e perante as câmaras de televisão já veio dizer que vai rescindir o contrato com essa mesma nova empresa.
Na verdade, segundo a Câmara Municipal, a partir de amanhã tudo se irá resolver, numa reacção que peca por tardia, e que só agora acontece devido à presença das televisões no local esta manhã.
Critica-se igualmente a ausência da Presidente de Junta de Freguesia de Carlão que nada fez para ajudar os pais dos alunos afectados, tendo sido mais célere em apoiar a decisão de fechar a escola EB1 de Carlão, o que obriga os alunos da freguesia a deslocar-se para a EB1 da freguesia de Pegarinhos.

O PSD de Alijó vem demonstrar a sua completa solidariedade para com os pais e alunos, garantindo que continuará atento a esta situação.

 

IN  VEREADORES PSD ALIJÓ 15-01-2009

 

 

15-01-2009

Em parceria com a Câmara Municipal

 

O Grupo Vila Sol, a Câmara Municipal de Alijó e a Real Companhia Velha assinaram, no dia 9, em S. Pedro do Estoril, em Lisboa, um protocolo de parceria público-privada que levou a criação de uma empresa detentora de dois novos empreendimentos turísticos na região do Douro.
 

Segundo um comunicado de imprensa divulgado pelo Grupo Vila Sol, “o projecto, que inclui a construção de dois resorts dotados de hotelaria e golfe, assenta na preservação e valorização das áreas de vinha e de socalcos da região”.
 

Com um investimento de 186,5 milhões de euros, os projectos prevêem “um acréscimo de 200 quartos à oferta hoteleira da região, distribuídos por duas unidades hoteleiras (Ritz-Carlton e Renaissance), com o atractivo da criação dos dois percursos de golfe do Alto Douro”, sendo que “ambos os resorts vão dispor de unidades de turismo imobiliário respeitando elevados padrões de qualidade”.
 

Denominado “Vila Sol Douro – Port Wine Spirit & Golf Resort”, o projecto das duas unidades hoteleiras ficará sedeado em Alijó, ocupando um total de 300 hectares e será responsável pela criação de 150 postos de trabalho directos e cerca de 500 indirectos.
 

Fonte da empresa refere que as duas unidades hoteleiras de charme, às quais estão anexas dois campos de golfe, incluirão uma unidade de Vinoterapia, adegas e caves e a instalação de núcleos de utilização turístico-imobiliária.
Garantindo a preservação e valorização das áreas de vinha e socalcos da região demarcada, o projecto prevê a “recuperação e aproveitamento turístico das tradições e características do Douro, zona denominada património da humanidade pela Unesco”.
 

Mais, as duas novas infra-estruturas “passarão a fazer parte integrante do circuito de golfe e enoturismo que a Vila Sol pretende implantar de Sul a Norte do país, acompanhando todos os seus projectos (Algarve, Alentejo, Ribatejo e Douro)”.
 

Em Junho de 2008, o Grupo Atlântica, através da marca Vila Sol Premium Golf Resorts, adiantou o lançamento de vários “projectos assentes na recuperação e no aproveitamento turístico de cada uma das regiões e valorizando a cultura e características naturais específicas”. Para além das unidades hoteleiras durienses, o grupo tem em curso projecto em Évora, Benavente, Madeira e Ancão.
 

Até à hora de fecho, desta edição, não foi possível saber quando estarão no terreno as obras de construção das unidades hoteleiras, no entanto, segundo fonte da empresa “os hotéis e campos de golfe deverão estar concluídos dentro de três a quatro anos, prevendo-se a venda do imobiliário durante os próximos oito a dez anos”.

Maria Meireles

 

IN  A VOZ DE TRÁS-OS-MONTES 15-01-2009

 

 

06-01-2009

Orçamento Municipal

 

O PSD votou contra a proposta de Orçamento para 2009, apresentada pelo presidente da Câmara de Alijó. Segundo o PSD de Alijó, liderado pelo vereador Miguel Rodrigues, esta proposta de Orçamento “mantém os vícios dos Orçamentos anteriores, nada acrescentando ao futuro do concelho, mas antes hipotecando-o”.

Na declaração de voto contra apresentada pelos Vereadores do PSD, apontam-se os principais “pecados” deste Orçamento: mais despesa corrente, menos investimento e números fictícios que retiram qualquer credibilidade a este documento. No orçamento para 2009, as despesas correntes aumentam em mais de três milhões de euros, comparativamente com o orçamento de 2008. Por outro lado, as verbas para investimento diminuem em cerca de um milhão de euros.

Estes números significam que a Câmara de Alijó prevê fazer menos investimento em 2009, mas gastar mais em despesas correntes. Para o PSD o caminho a seguir deveria ser o contrário, pois o investimento é decisivo para o desenvolvimento do concelho. Para os Vereadores do PSD, esta proposta de Orçamento não é para levar a sério, pois assenta em números fictícios, continuando-se a tendência dos últimos anos, marcados por uma taxa de execução orçamental que tem sido muito baixa.

A título de exemplo vejam-se as contas de 2007, em que a execução financeira do investimento orçamentado ficou-se pelos 22% nas receitas e não foi além dos 27% nas despesas, o que coloca a Câmara de Alijó entre as piores do país, pois poucas são as Câmaras Municipais com taxas de execução tão baixas. O pouco rigor das previsões orçamentais da Câmara de Alijó aparece demonstrado no exercício económico de 2008, em que o orçamento foi alterado por 20 vezes.

O PSD sublinhou também a repetição de projectos que, ano após ano, aparecem inscritos nos orçamentos, mas sem que vejam a luz do dia, por incapacidade de execução do Presidente da Câmara e do seu executivo. Para o PSD de Alijó, a proposta de Orçamento e Grandes Opções do Plano para 2009, não aponta qualquer estratégia de desenvolvimento para o futuro, demonstrando a falta de ideias e vontade do actual executivo socialista.

 

IN  NOTÍCIAS DE VILA REAL  05-01-2009

 

 

06-01-2009

Assembleia Municipal

 

A Assembleia Municipal de Alijó discutiu e aprovou com 28 votos a favor, quatro abstenções e três votos contra, o Orçamento e Grande Opções do Plano para 2009. O Presidente da Câmara Municipal de Alijó defendeu este orçamento, afirmando que o facto de existir uma continuidade entre os diferentes orçamentos…

…e grandes opções do plano ao longo dos últimos anos demonstra e reforça o seu carácter plurianual e o facto de existir uma coerência, estratégia e rumo bem definidos por este executivo, que se reflectiu numa aprovação superior a 100%, dos fundos comunitários colocados ao dispor da autarquia, no âmbito do III QCA.

Ainda segundo o socialista Artur Cascarejo, o aumento das despesas correntes registado no actual plano visa contribuir para reforçar a aposta nas funções sociais (educação, saúde, acção social, emprego) tão necessária no contexto económico, social e financeiro em que vivemos. Aliás esta estratégia é defendida pela própria Associação Nacional dos Municípios Portugueses e pelo seu presidente como a resposta correcta no contexto actual.

Quanto à estratégia para o desenvolvimento do concelho, ela fica bem plasmada no actual documento onde se afecta mais de 50% do valor global das GOP’s às funções sociais, sem descurar uma forte aposta na economia local à qual se afecta 6,5 milhões de euros.

Em síntese e não obstante todas as dificuldades que a conjuntura económica internacional e nacional colocam à acção quotidiana, o Executivo Permanente da Câmara Municipal de Alijó, continua firmemente determinado a construir um concelho cada vez mais competitivo, atractivo e solidário. Assim continuará com a mesma determinação de sempre.

Já antes, em reunião de Câmara decorrida no dia 16 de Dezembro, o orçamento fora aprovado por maioria, com o voto contra dos Vereadores eleitos pelo PSD, o que também não surpreendeu o restante executivo, pois essa tem sido a linha mantida pela oposição ao longo do mandato, o que não se traduziu na votação do órgão deliberativo máximo do Município, a Assembleia Municipal, que aprovou o documento por números bem expressivos.

 

IN  NOTÍCIAS DE VILA REAL  05-01-2009

 

 

05-01-2009

Corrupção no Futebol

IN  TSF, 05-01-2009

 

 

Steve Sanchez, presidente do GDC A Colmeia, da 1ª Divisão da AF Vila Real, garantiu hoje à Lusa que Pedro Guedes, detido em flagrante delito por corrupção activa a árbitros, não tem ligações ao clube. «Já dizem que ele é chefe de departamento de futebol, um absurdo. A nossa aldeia tem 56 habitantes, 16 dos quais dirigentes. O clube foi fundado há 24 anos e os estatutos impedem que tenhamos dirigentes de fora da freguesia de Cervos, o que é o caso desse senhor», esclareceu, admitindo que Pedro Guedes é um adepto que «apenas às vezes» acompanha a equipa.

Sábado, Pedro Guedes, alegado chefe do departamento de futebol do clube, foi detido após denúnica feita pelo árbitro Jorge Fernandes e o seu auxiliar Manuel Ferreira, elemento da GNR em Montalegre, na véspera da visita ao Régua B.

À Lusa, Steve Sanchez reconheceu, que Pedro Guedes colabora «ocasionalmente» com o clube, «algo comum a várias outras pessoas, já que este é um meio pequeno e toda a ajuda é precisa».

«O nosso orçamento não chega aos 8.000 euros anuais, com os quais temos de pagar as deslocações, com almoço, aos jogos, inscrições dos jogadores, equipamentos… mal chega para pagar água e luz ao fim do mês. Acham que nos sobra dinheiro para andarmos com trafulhices?», questionou, indignado.

Além das dificuldades citadas, Steve Sanchez questiona a utilidade de tentar aliciar a arbitragem «num desafio frente ao último classificado, que ainda não ganhou qualquer jogo».

«Tudo isto é um absurdo e já estamos a tratar dos meios legais para perceber como é que o nome do Colmeia foi envolvido no caso», informou o dirigente, «surpreendido» pela notícia que lhe foi transmitida pela rádio local.

O presidente garante que esta questão «não pode nem vai abalar a moral do clube rumo à subida», frisando que todos os elementos do GDC A Colmeia estão de «cabeça tranquila».

«É sempre complicado vermos em causa o nome de um clube que gostamos e no qual trabalhamos com tantas dificuldades para manter vivo. Mas garanto que ninguém do A Colmeia está envolvido neste absurdo. No fim estaremos todos de cabeça levantada e com um sorriso por vermos um clube desta dimensão conhecido em todo o país», concluiu.

 

Lusa/SOL

 

 

    

 

 

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